O Cruzeiro vem vivendo um bom começo de temporada. Em seis partidas disputadas, a equipe celeste soma 15 pontos, tendo vencido cinco desses confrontos. Com esse cenário, a Raposa lidera o Campeonato Mineiro com dois pontos de vantagem em relação ao segundo colocado, o Atlético, que tem 13 pontos.
Apesar do bom momento, uma notícia vem incomodando a torcida celeste. O goleiro Fábio, que deixou o clube recentemente, notificou judicialmente Ronaldo Fenômeno, cobrando o pagamento de R$ 20 milhões. A Rádio Itatiaia realizou uma entrevista com Carlos Portinho, senador e relator da lei clube-empresa, que trouxe detalhes sobre a situação envolvendo Fábio e Ronaldo.
“É uma questão processual natural. Não há nenhuma novidade. Não penso que a Justiça vá interpretar mal. Acho natural a discussão, toda lei nova gera debate. Os credores, obviamente, já gatos escaldados, criaram esse terreno de desconfiança”, destacou o relator da lei.
O goleiro Fábio, ex-Cruzeiro, notificou extrajudicialmente Ronaldo Fenômeno, novo dono do clube mineiro, para que ele pague uma dívida de cerca de R$ 20 milhões referente a salários e luvas atrasados.
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�� Rodrigo Sanches pic.twitter.com/EgTcDGbfaq— Planeta do Futebol �� (@futebol_info) February 13, 2022
“Não há o que se falar em fraude à execução porque não tem plano de credor aprovado. É como se um torcedor pagasse a dívida do clube com a Fifa e resolvesse a questão. Não estaria fraudando o credor”, destacou o senador Carlos Portinho.
�� O @Cruzeiro é o líder do Campeonato Mineiro 2022!
⚔️ 6 jogos
✅ 5 vitórias
�� 83.3% aproveitamento
⚽️ 10 gols marcados (2º melhor ataque)
�� 3 gols sofridos (2ª melhor defesa)
�� 7.2 chutes p/ marcar gol
⚠️ 20.6 chutes p/ sofrer gol (!)
�� 4 jogos sem sofrer gols (67%)���� pic.twitter.com/BGeZvZsGA7
— SofaScore Brazil (@SofaScoreBR) February 14, 2022
“Não adianta querer sufocar um recurso novo que está entrando. Isso é prejudicial, porque o que o clube tem hoje é insuficiente para pagar as dívidas. Se eu fosse credor do clube, estava mais preocupado em sentar à mesa e fazer as negociações. Acho que é mais inteligente do que contestar os aportes ou estrangular uma SAF, criada para permitir o pagamento das dívidas”, concluiu Carlos Portinho, em entrevista para a Itatiaia.





