O diretor de futebol Alexandre Pássaro convive com críticas no Vasco. Contratado no início do ano após longa passagem pelo São Paulo, o jovem dirigente chegou ao Gigante da Colina com a missão de ajudar o clube na reconstrução rumo ao retorno à Série A do futebol brasileiro. No entanto, vem encontrando dificuldades para realizar um bom trabalho em São Januário.

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Nesta semana, o Cruz-Maltino anunciou seu terceiro técnico para a temporada 2021. Após Marcelo Cabo e Lisca, o escolhido para ocupar o cargo foi Fernando Diniz, conhecido de Pássaro, com quem trabalhou lado a lado no São Paulo. O comandante, de 47 anos, é a nova aposta do Vasco, que ocupa apenas o nono lugar na classificação da Série B.
Diante dos problemas financeiros e das limitações que as dívidas impõem, a diretoria vem sofrendo para entregar os resultados positivos que a torcida espera. Além das críticas externas, o diretor de futebol já convive com questionamentos internos, de acordo com informação publicada por Gilmar Ferreira, no jornal “Extra”.

Diniz: novo técnico deixou o Santos recentemente (Foto: Ivan Storti/Santos FC/Divulgação)
“A torcida exige resultados imediatos e Pássaro, além de não os entregar, também não se ajuda.É visto pelos funcionários como um homem arrogante, e tido por beneméritos e colaboradores como um profissional despreparado para o cargo“, escreveu o jornalista,em sua coluna, nesta quinta-feira (10).
Segundo Gilmar Ferreira, Lisca se decepcionou com a demora na busca por reforços e não gostou da intenção da diretoria de contratar um coordenador técnico. A primeira opção no mercado era Guto Ferreira, mas o ex-treinador do Ceará afirmou que necessitava de férias e sequer abriu conversas. Só então que Fernando Diniz entrou no radar e topou voltar a trabalhar com Pássaro.









