A Seleção Brasileira Feminina foi superada pela Venezuela por 2 a 1, na quarta-feira (04), no Centro de Treinamento da Federação Mexicana, em Toluca. A zagueira Tarciane avaliou o desempenho do grupo no amistoso.

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“Elas entraram com vontade e conseguiram fazer dois gols. Se não me engano, no primeiro tempo, a gente deu apenas um chute no gol. Isso não é o Brasil. Não é assim que a gente joga. A gente sempre coloca volume de jogo e hoje não foi um dia bom, sabemos disso”, disse a atleta em entrevista à CBF.
Romero e Higuera marcaram os gols da Venezuela. No segundo tempo, a partida foi paralisada por cerca de 40 minutos em razão da queda de raios nas imediações do estádio. Na volta, Jaqueline balançou as redes e diminuiu para as brasileiras.
“Nos cobramos para entrar melhor depois da paralisação, mas a gente precisa ser melhor e mais ligada. No individual, cada uma vai se cobrar mais um pouquinho para podermos entregar o melhor para a Seleção Brasileira”, completou.
Zagueira fala sobre honrar a camisa
O resultado, apesar de se tratar de um amistoso, deixou um gosto amargo para as brasileiras. Esta é a primeira vez que a Venezuela bate o Brasil no futebol feminino. Então, Tarciane ressaltou a importância de honrar Amarelinha.
“Ao vestir a camisa da Seleção, qualquer derrota, não é só porque é contra a Venezuela, qualquer derrota pesa muito. A gente vem aqui e quer honrar essa camisa. Tem mais dois dias para o jogo contra o México, para melhorarmos e fazermos um bom jogo”, disse a defensora.

Seleção Brasileira Feminina em amistoso contra Venezuela – Foto: Lívia Villas Boas/Staff Images/CBF
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