A meio-campista Maiara, de 21 anos e jogadora do Angel City, teve sua estreia pela Seleção Brasileira Feminina marcada por expulsão aos 32 minutos do primeiro tempo no amistoso contra a Venezuela, realizado em Toluca, no México. Ela recebeu o segundo cartão amarelo após cometer falta em Gaby García, deixando o Brasil com uma jogadora a menos.

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A jovem atleta saiu do campo visivelmente abalada e precisou do apoio de membros da comissão técnica para se recompor. A expulsão alterou completamente a dinâmica da partida, que já vinha difícil para o Brasil, que encontrava dificuldades para criar jogadas ofensivas diante da pressão venezuelana no meio-campo.
Com um esquema montado em um 3-5-2, a presença de Maiara era vista como importante para o equilíbrio defensivo e apoio às alas brasileiras. A ausência dela abriu espaço para a Venezuela explorar mais o ataque, deixando o setor intermediário da Seleção desorganizado após sua saída.

Seleção Brasileira. Foto: Lívia Villas Boas/CBF
Venezuela aproveita superioridade numérica
Após a expulsão, a Venezuela conseguiu ampliar o controle das ações e pressionar mais frequentemente. Ainda no primeiro tempo, Romero marcou um belo gol de fora da área, aproveitando a desorganização e colocando a equipe vinotinto em vantagem.
O amistoso foi interrompido aos 26 minutos do segundo tempo devido à forte chuva e à presença de trovões nas proximidades do estádio, seguindo protocolos de segurança que determinam a paralisação imediata em caso de risco de raios. A partida só poderá ser retomada após 30 minutos do último registro elétrico na área.
Antes da paralisação, a Venezuela já vencia por 2 a 0. O segundo gol aconteceu no começo da etapa final, após falha defensiva brasileira em sequência de lances, consolidando pressão e vantagem para o time adversário no CT em Toluca.

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Embora o Brasil tenha promovido alterações com entradas de atletas como Brena, Ana Vitória, Mariza, Tamires, Aline Gomes e Kerolin, a equipe continuou enfrentando dificuldades para criar chances claras em um jogo marcado pela forte chuva, pressão venezuelana e desvantagem numérica após a expulsão de Maiara.








