A comissão técnica comandada por Leonardo Jardim no Flamengo terá dificuldade para montar a equipe visando aos próximos compromissos do clube, tanto pelo Campeonato Brasileiro, onde enfrenta o Red Bull Bragantino, como pela Libertadores, contra o Estudiantes.
Isso porque as suspensões nas duas competições vão exigir mudanças importantes em campo, que podem encontrar como alternativa a entrada de Saúl Ñíguez. O volante espanhol deve ganhar espaço e mais minutos nos próximos jogos.
No Brasileirão, a chance já aparece contra o Bragantino, neste domingo (20), por conta do cartão amarelo recebido por Pulgar. Além de Saúl, De La Cruz também aparece como uma alternativa, mas o espanhol acaba tendo prioridade, principalmente após ter sido utilizado contra o Independiente del Valle.
De olho na Libertadores
Já na competição internacional, o Flamengo terá a ausência de Jorginho para o jogo de ida da semifinal. O volante recebeu o segundo cartão amarelo, que resultou na expulsão contra o Independiente del Valle, em partida disputada no Maracanã.
Novamente a situação aparece como uma oportunidade para Saúl, que abre uma vantagem contra De La Cruz diante dos minutos recentes que vem recebendo com Leonardo Jardim.

Vale destacar que, para a vaga de Jorginho, Paquetá também pode ser utilizado de forma mais recuada na partida. Durante entrevista, o meio-campista espanhol destacou que está recuperado e pronto para ajudar o Mais Querido na temporada.
“Estou melhor. Então, tento manter o ritmo. Não estou no melhor momento físico logicamente. Estou sem jogar 90 minutos de início. Quero fazer o meu melhor e encerrar a temporada da melhor maneira possível. Não está sendo um ano fácil para mim”, destacou.
Confiança no meia?
Contra o Independiente del Valle, na última quinta-feira (16), Saúl também teve boa atuação e recebeu elogios de Leonardo Jardim durante coletiva de imprensa. O comandante explicou o motivo da entrada do meio-campista.
“Preferi a entrada do Saúl e do Plata para fechar o triângulo do corredor. No caso de chegar, era melhor permitir o cruzamento. Não via jogadores agressivos na zona da área. Eram atacantes e pontas baixinhos. Se a gente estivesse bem-posicionado, tinha que ganhar. Royal é alto, Ayrton é alto e os dois zagueiros também”.
“Eu preferia não levar bolas nas costas ou facões, porque fazem muitos facões em vez de cruzamentos. Só nos últimos cinco minutos que meteram os zagueiros no ataque. Mas aí estávamos sempre com movimentos de transição na frente para ir e voltar e acabou o jogo”.





