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Pedrinho peita Bap em nova polêmica sobre o consórcio do Maracanã

O Maracanã acabou se tornando palco de uma nova polêmica envolvendo os presidentes dos clubes cariocas nesta reta final de temporada

Pedrinho presidente do Vasco durante partida contra o Palmeiras no estadio Nubank Arena pelo campeonato Copa do Brasil 2026.
© Foto: Ettore Chiereguini/AGIFPedrinho presidente do Vasco durante partida contra o Palmeiras no estadio Nubank Arena pelo campeonato Copa do Brasil 2026.

O presidente do Vasco, Pedrinho, recusou a proposta do consórcio que administra o Maracanã para mandar o confronto de volta, válido pela semifinal da Copa do Brasil, diante do Palmeiras, e criticou o teor da oferta da dupla Fla-Flu. Vale destacar que o Cruz-Maltino foi derrotado no jogo de ida por 1 a 0.

Como justificativa para a recusa, o mandatário afirmou que não solicitou a utilização do estádio para a partida e lamentou que, caso seja necessário, a equipe não receba o mesmo tratamento por parte dos administradores do local.

Mais uma polêmica com os clubes cariocas?

Pedrinho questionou a generosidade adotada pelo consórcio neste momento, já que o Vasco precisou acionar a Justiça para conseguir utilizar o Maracanã na semifinal da Copa Sul-Americana, diante do Boca Juniors.

Através de uma nota oficial, Flamengo e Fluminense colocaram o estádio à disposição do Vasco. Entretanto, o presidente estranhou tamanha boa vontade em um momento em que não foi solicitada, indagando se permanecerá desta forma.

“Eu quero ver se numa necessidade a gente vai ter essa generosidade. Porque pelo que eu tenho vivido dentro de um contrato para jogar no Maracanã, principalmente contra o Boca e como foi com o pedido pelo Vitória, pelo Santa Fe, eu não vi posicionamento nenhum favorável do consórcio”, destacou Pedrinho.

Essa postura se justifica?

Pedrinho ainda criticou a postura dos rivais cariocas. “As pessoas se acham espertas, mas não são, ainda mais nessa situação. Sei muito bem qual foi a intenção e, como eu tenho dito, com o Vasco não vai ter mais brincadeiras e irresponsabilidades desse tipo”, afirmou o presidente.

Em meio a essa polêmica, o dirigente gostaria de abrir um diálogo com o consórcio do Maracanã. Isso porque ele entende que o posicionamento neste momento teve como objetivo tumultuar o jogo contra o Palmeiras.

“(O consórcio) Não reconheceu o contrato, não assinou o contrato e fez de tudo para que o Vasco não jogasse. Eu gostaria muito que esse posicionamento do consórcio fosse uma abertura para um diálogo justo e sensato, mas não acredito nisso”.

E como ficará agora?

Mesmo diante da movimentação realizada por Flamengo e Fluminense na liberação do estádio, o Vasco descartou a possibilidade de modificar o duelo de volta da Copa do Brasil contra o Palmeiras.

O confronto está marcado para a próxima semana, quando será disputado no estádio de São Januário. Apesar da generosidade, Pedrinho entende que não é o momento de mudar os planos da equipe, deixando o foco apenas para o que será disputado em campo.

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