O Flamengo já trabalha com a possibilidade de negociar Gonzalo Plata após a Copa do Mundo, segundo o ge. O atacante perdeu espaço com o técnico Leonardo Jardim e, internamente, passou a ser visto como um ativo de mercado, especialmente diante do cenário atual dentro do elenco rubro-negro.

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Mesmo sem tratativas avançadas neste momento, a diretoria já analisa os possíveis cenários para uma venda. A ideia é clara: recuperar o investimento feito em 2024 e, se possível, gerar lucro com a saída do jogador, mesmo diante das condições contratuais existentes.
O Flamengo adquiriu Plata junto ao Al-Sadd por cerca de R$ 52 milhões. No contrato, porém, há uma cláusula que prevê o repasse de 30% do lucro ao clube catariano em caso de venda futura, o que naturalmente impacta diretamente qualquer negociação.
Clube projeta lucro mesmo com cláusula
Ainda assim, o entendimento interno é de que uma venda acima do valor investido pode ser vantajosa. Mesmo repassando parte do lucro ao Al-Sadd, o Flamengo acredita que consegue fechar uma negociação que resulte em ganho financeiro relevante.
Ou seja, o plano é simples: negociar o atleta por um valor significativamente superior aos R$ 52 milhões pagos, garantindo que, mesmo com os 30% destinados ao clube vendedor, o saldo final ainda seja positivo.
Plata tem que ser vendido?
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Esse cenário ganha força justamente pelo mercado internacional, que costuma pagar valores mais altos por jogadores com passagem por seleções e experiência em grandes clubes. A Copa do Mundo, inclusive, pode ser determinante para valorizar ainda mais o atacante.

Atacante chegou ao Fla em 2024. Foto: Jorge Rodrigues/AGIF
Pouco espaço com Jardim pesa na decisão
Dentro de campo, a situação de Plata não é das melhores. Com Leonardo Jardim, o atacante praticamente não teve sequência e perdeu protagonismo no elenco. Sua participação foi reduzida e ele sequer tem sido presença constante nas listas de relacionados.
O próprio treinador chegou a comentar o momento do jogador, destacando dificuldades de adaptação ao grupo. A avaliação interna é de que o perfil do atleta não se encaixa totalmente na proposta atual da comissão técnica.
Com isso, o Flamengo mantém duas frentes abertas: tenta recuperar o jogador ao longo da temporada, mas já se prepara para uma possível venda estratégica no meio do ano.









