Erick Pulgar negou que tenha problemas com o técnico do Chile, Nicolás Córdova. O jogador renovou recentemente com o Flamengo, com quem estendeu o vínculo até dezembro de 2029.
Diante de mais uma recusa para atuar pela equipe nacional, o volante utilizou as redes sociais para se posicionar sobre o que o motivou para que não fosse mais convocado para os próximos amistosos.
“Perante as diferentes versões que circularam nos últimos dias sobre a minha situação com a seleção chilena, quero esclarecer uma coisa de forma muito simples: com Nicolás Córdova está tudo bem, veio me ver há algumas semanas e recebi-o muito bem, existe respeito da minha parte por ele e seu trabalho”, escreveu.
Encontro com o técnico
O encontro entre Córdova e Erick Pulgar ocorreu no início de agosto, quando o comandante da Seleção do Chile viajou para o Rio de Janeiro, onde assistiu ao triunfo do Rubro-Negro diante do Vitória por 2 a 0, no Maracanã.
Na reunião ainda estava presente o gerente de seleções, Felipe Correa e, segundo o jornal chileno El Deportivo, o atleta de 32 anos havia externado a vontade de não voltar a defender o seu país.
Na publicação, ele revelou que o principal motivo de não querer voltar são as críticas ao seu desempenho apresentado pela seleção chilena, “especialmente considerando seu status no Flamengo”. Mas, o profissional garante que esse não é o fato determinante.
“Ao longo da minha carreira nunca fui movido por elogios ou críticas. Tentei sempre me concentrar no meu trabalho, competir e responder dentro do campo. Por isso também não costumo me referir a cada informação ou suposição que aparece sobre mim”, disse.
É importante a mudança
Pulgar ainda destacou que esse é o momento de mostrar apoio para que seja um período de renovação dos nomes na seleção. O volante apontou que os jovens precisam ter chances de ser convocados.
“Sim, gostaria que todo o espaço que hoje é usado para tentar explicar, a partir de suposições, por que estou ou não numa convocação, pudesse servir também para dar visibilidade aos jovens que são chamados à seleção: saber quem são, de onde vêm, as suas histórias e o caminho que eles percorreram para chegar lá. Existe uma nova geração que merece apoio, espaço e confiança. Esse deveria ser o foco hoje”, completou.





