O Flamengo foi eliminado da semifinal da Libertadores da América após perder nos pênaltis para o Estudiantes, com três batedores do clube carioca perdendo a penalidade, sendo eles: Jorginho, Lucas Paquetá e Bruno Henrique.
Apesar da eliminação em campo, uma irregularidade do adversário pode acabar resultando na desclassificação do clube argentino, que utilizou Marcos Rojo mesmo após duas negativas da Conmebol, com a autorização vindo do CAS.
Se posicionou diante de polêmica
Diante dessa movimentação para buscar a anulação, o secretário de finanças do clube de La Plata, Juan Martín Ongay, o dirigente ironizou a situação e apontou que os cariocas estão convidados para a decisão que vai ocorrer no dia 28 de novembro, em Montevidéu.
“No ano que vem eles podem jogar. Se ele (Leonardo Jardim) quiser vir ver, a gente convida”, afirmou o argentino através de uma publicação nas redes sociais. O nome do treinador foi citado por conta de uma declaração após a vitória do Flamengo contra o Atlético-MG.
Durante coletiva de imprensa após a vitória sobre o Galo, que fez a equipe retomar a liderança do Campeonato Brasileiro, o treinador foi questionado sobre a ação movida pelo clube. O comandante afirmou que ainda acredita na possibilidade.
“Eu acredito que é possível, mas essa situação está no departamento jurídico e eu não vou me alongar”, apontou o técnico. A equipe carioca divulgou uma nota oficial justificando a decisão de entrar com uma ação sobre a participação de Marcos Rojo.
Entenda a situação
Marcos Rojo, de 36 anos, foi contratado às pressas pelo time de La Plata justamente para suprir baixas que ocorreram na defesa do clube com o objetivo de atuar diante do Flamengo na semifinal.
Entretanto, a Conmebol acabou barrando a utilização do defensor no confronto de ida, alegando que o pedido não cumpria o prazo e as regras para mudanças na lista de inscritos na competição.
Com isso, o Estudiantes recorreu ao Tribunal Arbitral do Esporte, o TAS, para tentar que o jogador atuasse no Maracanã, o que ocorreu. Na ocasião, o clube argumentou ao órgão judicial que pedidos parecidos já haviam sido acatados.






