O Flamengo vem com um elenco extremamente forte nos últimos anos, especialmente desde 2019, quando levantou várias taças e mudou de patamar sob o comando de Jorge Jesus. Em todos os setores, até mesmo no banco de reservas, os jogadores disponíveis eram considerados "nível A", com possibilidade de brigar pela titularidade.

 

 

Em decorrência disso, sabendo que é necessário ter muitas opções, em decorrência do longo calendário brasileiro, prevendo possíveis lesões, suspensões e convocações, a diretoria faz de tudo para não perder peças importantes nas janelas de transferências, especialmente por interessados da Europa, que sempre acabam conseguindo sucesso nas tratativas.

 

 

 

Um dos principais nomes há muito tempo, titular absoluto e intocável no Rubro-Negro, é De Arrascaeta, que mantém um nível de atuação invejável, com protagonismo, assistências e gols. O uruguaio, considerado um ídolo por vários torcedores flamenguistas, no entanto, é um dos que dificilmente vai mudar de ares, especialmente por 3 motivos.

 

 

O primeiro deles acaba não sendo "culpa" do Mais Querido, que é a idade. Os times europeus normalmente olham o Brasil em busca de jovens promissores, que acabam fazendo valer o investimento em negociações futuras, mas atualmente com 27 anos, o meio-campista já "passou do ponto", levando em consideração o "filtro" dos gigantes em cenário mundial.

 

 

 

 

Além disso, o Flamengo "bate o pé" e dificulta o contato, já que o contrato atual do gringo se encerra em 2026, juntamente com o fato de que seu valor de mercado é tratado como alto: cerca de 17 milhões de euros, ou seja, aproximadamente R$ 90,7 milhões na cotação atual, algo que Rodolfo Landim não abre mão, sabendo da importância do camisa 14.