O Corinthians vive a expectativa de contar com Memphis Depay no confronto decisivo diante do Internacional, pela volta das oitavas de final da Copa do Brasil. Enquanto a renovação do atacante segue indefinida nos bastidores, cresce a pressão para que o holandês esteja em campo na Neo Química Arena.
Entre as manifestações mais fortes está a do comunicador Lucas Faraldo, do podcast LiveporTi, que defendeu uma força-tarefa para colocar o camisa 10 à disposição. Para ele, o momento vivido pelo Corinthians exige a presença do principal jogador do elenco.
Durante o programa, Faraldo reconheceu que Memphis ainda não está em sua melhor condição física e que precisará passar por uma bateria de exames. Mesmo assim, acredita que a presença do atacante pode mudar completamente o cenário da partida.
Lucas Faraldo defende Memphis contra o Internacional
Segundo o comunicador, basta analisar a situação pelo ponto de vista do adversário. “Será que o Memphis é o ideal? Não está na forma física ideal, ainda precisa passar uma bateria de exames. Mas, se perguntar para a zaga do Inter quem eles preferem enfrentar: Memphis, Gui Negão, Lingard ou Pedro Raul, nesse cenário desesperador sem Yuri Alberto, é válida uma força-tarefa para ele estar em campo”, afirmou.
A partida de volta acontece na próxima quinta-feira (6), às 20h (de Brasília), na Neo Química Arena. O Corinthians precisa vencer por três gols de diferença para avançar diretamente às quartas de final. Uma vitória por dois gols leva a decisão para os pênaltis.
Enquanto cresce a expectativa pela presença diante do Internacional, Memphis ainda tenta resolver sua situação contratual com o clube. O atacante retorna ao Brasil para realizar exames médicos e dar sequência às negociações por uma renovação.
Renovação segue indefinida no Corinthians
Apesar do avanço nas conversas, Corinthians e estafe do jogador ainda divergem sobre algumas cláusulas do novo vínculo. A diretoria mantém otimismo, mas admite que ainda existem pontos importantes a serem solucionados antes da assinatura.
Outro fator que pesa nas negociações é a dívida de aproximadamente R$ 42 milhões que o clube possui com o atacante. Internamente, existe o entendimento de que um acordo é o melhor caminho para evitar que o valor aumente significativamente em caso de rompimento das tratativas.





