A eliminação da Holanda para Marrocos, nos pênaltis, pelas oitavas de final da Copa do Mundo, provocou uma enxurrada de críticas ao técnico Ronald Koeman. O principal motivo foi a decisão de deixar Memphis Depay durante os 120 minutos no banco de reservas, sem sequer acioná-lo em um momento decisivo da partida.
Maior artilheiro da história da seleção holandesa e atualmente no Corinthians, Memphis era visto por parte da imprensa e da torcida como uma alternativa importante para mudar o panorama ofensivo da equipe. Mesmo com dificuldades para criar chances claras, Koeman manteve suas escolhas e optou por não utilizar o camisa 10.
A decisão ganhou ainda mais repercussão após a derrota nas penalidades. Para analistas holandeses, a experiência e o histórico de Memphis em grandes jogos poderiam ter feito diferença tanto durante a partida quanto na disputa por pênaltis.
Decisão de Koeman gera repercussão
Veículos da imprensa holandesa classificaram a escolha como um dos principais erros da comissão técnica no Mundial. A ausência de Memphis em um confronto eliminatório levantou questionamentos sobre o planejamento do treinador e sua leitura da partida.
Nos bastidores, Koeman passou a ser pressionado para explicar a opção. A expectativa era de que o atacante do Corinthians fosse utilizado principalmente na reta final do jogo, quando a Holanda buscava encontrar espaços na defesa marroquina.
A eliminação encerra uma Copa do Mundo discreta para Memphis Depay, que terminou o torneio sem o protagonismo esperado. Mesmo sendo um dos nomes mais experientes do elenco, o atacante acabou tendo participação reduzida na campanha holandesa.
Memphis deixa Copa sem protagonismo
Agora, o foco do camisa 10 volta a ser o Corinthians, enquanto na Holanda o debate gira em torno das escolhas de Ronald Koeman e dos motivos que levaram o treinador a deixar seu principal goleador histórico fora de um dos jogos mais importantes do Mundial.





