Com um jogador a mais desde o início do segundo tempo, o Brasil acabou derrotado pela França por 2 a 1, em amistoso disputado em Boston, na última quinta-feira (26). O confronto serviu como um dos últimos testes antes da convocação final para a Copa do Mundo de 2026.
Mesmo com superioridade numérica durante boa parte da etapa final, a Seleção Brasileira de Carlo Ancelotti não conseguiu transformar o cenário em vantagem no placar. O resultado evidenciou dificuldades coletivas, principalmente na organização tática e na construção ofensiva.
Apesar do revés, o duelo também trouxe pontos positivos. Alguns atletas conseguiram se destacar individualmente e podem ter fortalecido suas chances de aparecer na lista final, especialmente nomes como Bremer e Luiz Henrique.
Destaques individuais chamam atenção mesmo com derrota
Bremer foi um dos principais nomes da partida. Além de marcar o único gol brasileiro, o zagueiro teve atuação segura na defesa, mostrando bom posicionamento e eficiência nas antecipações diante da pressão francesa.
Luiz Henrique entrou no segundo tempo e mudou o ritmo do ataque. Com assistência para o gol e postura agressiva, o atacante buscou o jogo, partiu para cima da marcação e apresentou a dinâmica que faltou aos titulares na primeira etapa.
O Brasil está pronto para conquistar o hexa?
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Wesley também teve desempenho relevante, principalmente no primeiro tempo. Seguro defensivamente, o lateral conseguiu neutralizar jogadas importantes e ainda participou diretamente do lance que resultou na expulsão de Upamecano.
Desempenhos abaixo acendem alerta para a comissão técnica

Luiz Henrique durante partida contra a França. Foto: Michael Owens/Getty Images
Por outro lado, alguns jogadores ficaram abaixo do esperado na Seleção. Raphinha teve atuação discreta e saiu no intervalo com dores, sem conseguir repetir o nível que apresenta em seu clube e sem impacto ofensivo relevante.
No sistema defensivo, o zagueiro Léo Pereira enfrentou dificuldades, especialmente na recomposição. O goleiro Ederson, por sua vez, teve atuação apenas regular, sem falhas graves, mas também sem protagonismo em momentos decisivos.






