Abel Ferreira virou assunto na imprensa nos últimos dias, mas não pelo seu sucesso no comando do Palmeiras. Na última terça-feira (1), o jornalista André Hernan divulgou uma informação de que o Lyon, da França, estaria interessado no treinador alviverde. Entretanto, segundo o repórter, a negociação não se desenvolveu porque o português recusou imediatamente o contato do clube europeu.

Além disso, nesta quinta-feira (2), de acordo com apuração do UOL Esporte, o comandante lusitano também foi alvo do futebol do Oriente Médio, que fez uma oferta que poderia quase duplicar seu salário: ganharia R$ 50 milhões anuais. Em meio a mais uma recusa de propostas “irrecusáveis”, o respeito que membros da imprensa e torcedores alviverdes têm pelo técnico aumentou ainda mais.
Foi o caso com a jornalista Milly Lacombe, colunista do UOL Esporte, que disse que Abel “está construindo sua estátua no Palestra”. Em meio a um debate sobre a “grandeza” e a dualidade entre “ser grande” e ter dinheiro no futebol, citando o exemplo do Red Bull Bragantino, ela escreveu eu sua coluna sobre o fato louvável do palmeirense ter decidido ficar, ao invés de buscar por cifras astronômicas em outro lugar.
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“É bom ver que ainda há aqueles que não se curvam ao imperativo moral capitalista que diz que mais é sempre melhor (…). Alguns escolhem “menos dinheiro” em nome de mais respeito, mais afetos, mais paixão, mais atenção, mais honras, mais memórias. É com esse tipo de entrega que se aprofunda um relacionamento e se escreve uma história de amor. Se eu fosse Palmeirense, hoje teria me derretido um pouco mais por Abel Ferreira”, disse a jornalista.