Penúltimo colocado no Brasileirão com 27 pontos, o Coritiba está a 8 do primeiro clube fora da zona de rebaixamento, o Fortaleza, que soma 35 pontos. A missão de escapar já está improvável: de acordo com o site Infobola, do matemático Tristão Garcia, especializado em probabilidades no futebol, o time já está com chances de rebaixamento de 98%.
Muita coisa não fluiu ou prosperou nessa temporada que certamente o torcedor do Coxa quer esquecer. Pelo número de críticas e pelo custo-benefício apresentado, a contratação de Ricardo Oliveira para o Verdão simboliza as frustrações de 2020. Um dos atacantes de mais nome no futebol brasileiro pelo histórico de goleador, não prosperou, sendo responsável por grandes gastos ao clube.
O contrato do atacante vai até o dia o final de maio deste ano. Segundo o perfil “Verdade Alviverde”, o veterano tem salário de R$200.000,00, com acréscimo de auxílio moradia de R$6.000,00. O custo de intermediação para trazer o atleta foi de R$120.000,00. O jogador chegou no Coritiba em outubro de 2020, emprestado pelo Atlético Mineiro. Quando chegou, prometeu empenho coma seguinte frase: “O que o torcedor pode esperar de mim é o que eu sempre fiz na minha carreira toda, que são gols. Está no meu DNA, é o que eu sei fazer”, afirmou na coletiva de apresentação.
Entretanto, na prática, os números do atacante são desanimadores para que depositava esperanças no medalhão: desde outubro do ano passado, realizou 12 jogos, sendo que começou atuando em apenas 6 partidas. O jogador não fez sequer um gol com a camisa do Coxa.
Com 377 gols em jogos oficiais por clubes e pela Seleção Brasileira, Ricardo Oliveira é um dos maiores artilheiros em atividade na elite do futebol nacional.





