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Pensando na série b? Medalhão diz que não irá abandonar time e dispara contra a diretoria

Douglas Costa prometeu jogar a Série B do Campeonato Brasileiro caso o Grêmio seja rebaixado

Pensando na série b? Medalhão diz que não irá abandonar time e dispara contra a diretoria. (Foto: Pedro H. Tesch/AGIF)
Pensando na série b? Medalhão diz que não irá abandonar time e dispara contra a diretoria. (Foto: Pedro H. Tesch/AGIF)

Em entrevista para oCanal Pilhado, o atacanteDouglas Costa prometeu jogar a Série B do Campeonato Brasileiro caso o Grêmio seja rebaixado. O jogadorestá emprestado pela Juventuse há a possibilidade de ter o contrato renovado.

“Claro que queria estar brigando por títulos. Mas jamais vou jogar a toalha, vou continuar lutando para o time permanecer, jogar o próximo Brasileiro e que cheguem caras importantes também. O time não é só feito de superávit, passar o ano bem financeiramente”, falou.

E completou: “O Corinthians mostrou uma coisa bacana, estava no meio da tabela, sofrendo, contratou quatro jogadores importantes e reverteu totalmente o quadro do ano. Eu bato muito na tecla. Pode ver que fizeram um elenco em dois meses, contagiou e mudou totalmente a página.”

Grêmio na derrota para o Palmeiras. (Foto: Pensando na série b? Medalhão diz que não irá abandonar  time e dispara contra a diretoria. (Foto: Pedro H. Tesch/AGIF)
Grêmio na derrota para o Palmeiras. (Foto: Pensando na série b? Medalhão diz que não irá abandonar time e dispara contra a diretoria. (Foto: Pedro H. Tesch/AGIF)

O jogador ainda comentou se há ou não problema psicológico na equipe com o momento conturbado, na zona do rebaixamento e faltando poucas rodadas para acabar a competição: “Sendo humilde, quando você está no topo dessa cadeia, eu sou um dos caras, senão o mais importante, um dos. Então acaba que é raro alguém brigar comigo. Eu cobro eles, digo que podem me cobrar, digo que sou normal e quero ajudar muito o Grêmio.”

E finalizou: “Não tem essa relação de a gente brigar no vestiário. A gente se cobra. Tem coisa que pesa no vestiário até alguém se reportar a nós. Acredito que o momento é muito psicológico, a gente fez muitas trocas de treinadores. Desde que estou aqui a gente pegou quatro treinadores. O time oscila muito. Não oscila e troca de peças, mas sim de atitude. Para nós, ali, acostumados, sabemos que temos que fazer o melhor para a equipe, mas tem cara que mexe mais com o emocional. Como falo, não tem tempo para ficar lamentando e fazer essas 11 partidas como se fosse uma final.”