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Grêmio detecta 'problema' de Jean Pyerre e preparador físico expõe planos: "Processo que não dura 7, 10 dias"

O jovem segue sem conseguir render o esperado pela torcida, que deposita grande confiança em seu talento; o novo preparador físico já está ciente do que deve ser feito

Foto: Pedro H. Tesch/AGIF
Foto: Pedro H. Tesch/AGIF

O meio-campista Jean Pyerre convive com muitos altos e baixos no Grêmio. Uma das grandes esperanças não só da torcida tricolor, como também de dirigentes, presidente e comissão técnica, o jovem se recuperou de lesão muscular e vem ganhando minutos. Nos bastidores, o clube parece ter entendido o que vinha atrapalhando o desenvolvimento do jogador de 23 anos.

A volta de Jean Pyerre aos gramados na temporada aconteceu após a aplicação de um novo planejamento montado, que tem como um dos responsáveis o preparador físico Reverson Pimentel. Desde março no Grêmio, o profissional abriu o jogo sobre a situação do meia, destacou o foco do jogador e pediu tempo para uma evolução cada vez maior.

Já montamos um planejamento para o Jean Pyerre. Já conseguimos diagnosticar o que aconteceu. O Jean já sabe o que precisa fazer, entendeu tudo que foi conversado. Mas é um processo que não dura 7, 10 dias. É um processo, uma evolução“, afirmou o preparador físico, em entrevista ao site UOL Esporte.

Jean Pyerre: cuidado de perto pela preparação física (Foto: Maxi Franzoi/AGIF)
Jean Pyerre: cuidado de perto pela preparação física (Foto: Maxi Franzoi/AGIF)

A intensidade dele já aumentou, mas vamos evoluir. O atleta aceitou [o planejamento de treinos e trabalhos físicos], já está fazendo e posso garantir que ele comprando a ideia, vamos ver um Jean Pyerre melhor“, completou Reverson Pimentel. Assim como a troca no setor de preparação física, a chegada de Tiago Nunes, velho conhecido do meia, é tido como fator positivo nos bastidores.

O que tenho conversado muito com o Jean, desde muitos anos atrás, desde lá 2013, é que ele tem que ser um jogador participativo. Ele tem que ter um volume de participação alto, tanto numa construção mais atrás como numa chegada mais à frente. E quando ele estiver em momentos pontuais, se tornar decisivo às vezes com um simples passe. Não precisa fazer a cada lance o lance do jogo, da rodada. Ele tem que ser um jogador que se torne decisivo para o contexto coletivo“, disse o treinador ao UOL Esporte.