Há três anos, a diretoria do Cruzeiro, encabeçada pelo então presidente, Wagner Pires de Sá, foi denunciada em uma reportagem do Grupo Globo, exibida no programa “Fantástico”, quando foram expostas irregularidades praticadas pela cúpula do clube. Entretanto, desde 2019 a torcida celeste ainda espera um desfecho sobre o caso. Com processos correndo na Justiça, o rumo das investigações “empacou”.

Até o momento não houve a conclusão do processo cível criminal, de novembro de 2020, nem mesmo o encerramento da segunda etapa da investigação, e a ação corre em segredo de Justiça. O próprio clube moveu ações cíveis contra Wagner Pires de Sá e Itair Machado, além de outros empresários investigados no caso. Na denúncia, a Raposa foi indenizada pelo prejuízo causado, uma soma de R$ 6,5 milhões.
Em nota, a PCMG afirmou que não o caso não poderá ser exposto com mais detalhes por estar “sob sigilo”, mas confirmou que a segunda fase de investigação não está finalizada. “A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) informa que a investigação tramita, sob sigilo, no Departamento Especializado de Combate à Corrupção e a Fraudes. Outras informações serão prestadas após a conclusão do inquérito policial”.
0 fãs já votaram
O Cruzeiro deu sua versão, dizendo que “aparentemente nenhuma nova diligência foi realizada por parte da Polícia Civil, estando a investigação sem andamento ao que parece”, em contato com o Globo Esporte. “Nada de relevante se passou desde então, porquanto se aguarda a citação de todos os réus, diligência que marca o início oficial da persecução e sem a qual a ação não pode continuar”, completou o clube.