A diretoria do Atlético voltou a investir alto em reforços neste início de temporada. Visando a sequência de 2021, o Galo acertou com o lateral Dodô, o meio-campista Nacho Fernández e o atacante Hulk. No entanto,duas posições específicas acabaram sendo ‘deixadas de lado‘ no mercado da bola, contrariando o planejamento traçado.

Foto: Fernando Moreno/AGIF
Foto: Fernando Moreno/AGIF

Nos bastidores, as chegadas de um zagueiro e um volante eram tratadas como “prioridades“, mas investidas ainda não ocorreram e podem nem acontecer. A diretoria acabou “pisando no freio” e minimizou as buscas por reforços para as posições. Um dos motivos principais é de que Cuca se mostrou satisfeito com o grupo que tem em mãos.

Na questão de zagueiros, das discussões que tivemos com o Cuca, ele manifestou, até o presente momento, uma tranquilidade em relação aos nomes e às opções que tem. (…) Ele está muito tranquilo em relação a isso (necessidade de reforços). Ele entende que é outro momento. Por isso mesmo (ele fala): na dúvida, não vamos trazer. Vamos ter bem a questão pontual. Estou satisfeito“, afirmou o diretor de futebol Rodrigo Caetano, em entrevista aocanal do Breno Galante.

Caetano: trabalha lado a lado com o treinador (Foto: Pedro Souza / Agência Galo / Atlético / Divulgação)

A alta cúpula também traçou uma avaliação na mesma linha do treinador. “No que diz respeito especificamente ao setor defensivo, a gente sabe que o mercado também não é muito pródigo (…)Se for pra trazer jogadores que não temos total convicção, não traremos. Não vamos trazer por trazer, pra atender um anseio ou uma crítica. Eu trabalho de forma diferente e vou sempre ter muita cautela e cuidado, adicionou.

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O terceiro fator que acabou pesando foi a confiança na base. EnquantoHiago Ribeiro e Micael são alternativas na zaga,Neto, de 18 anos, está com moral no meio de campo.”Vejo nele (Neto) um perfil muito interessante pra função. Tem bom passe, muita força. Acho que os zagueiros também podem ser muito bem trabalhados, temos bons laterais também. No ataque, da mesma forma. (…) Temos necessidade que esses meninos joguem, eles têm identificação com o clube, e eles também precisam gerar receita, senão o processo se inviabiliza“, completou Caetano.