O Joinville vem tentando colocar o Clube de volta aos trilhos do futebol nacional. A equipe que chegou a alcançar a Série B em 2015, sendo campeãda Segundona do ano anterior, não disputou nenhuma divisão em 2022. Junto do precipício esportivo que o JEC sofreu, estãotambém os problemas financeiros. Ao todo, a dívida do chamado “Manchester Catarinense” é de 50 milhões de reais.

Em maio, o time que é 12 vezes campeão do Campeonato Catarinense entrou com pedido de recuperação judicial. Tentando impedir a temida falência, a medida foi encarada pela diretoria na época como “o melhor remédio encontrado para a reestruturação do JEC”. O objetivo é que o Joinville venha se tornar um Clube empresa no modelo de SAF futuramente, apontando que os primeiros passos tentam “blindar a instituição para manter a operação”.
Nesta segunda-feira (15), a diretoria da equipe catarinense voltou a se posicionar, mas desta vez com o plano de quitação de dívidas. Segundo números divulgados pelo Joinville, dos R$ 50 milhões que o Clube deve, cerca de 73,5% é referente a questões trabalhistas. Para estes casos, cerca de R$ 13 milhões devem ser reservados para sanar os débitos. Na contagem do JEC, cerca de 254 credores estão apenas nesta lista.
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O restante da dívida do Joinville, estão68 quirografários, que representam R$ 4,8 milhões, 12 microempresas/empresas de pequeno porte, que representam R$ 23 mil. Em declaração ao site do Globoesporte.com, a assessoria do JEC admitiu que a conta total não poderia ser sanada com as formas antigas. Com a solução desses débitos, o Clube planeja ter o caminho mais livre para poder melhorar a administração dos esportes do Joinville.