Um marco na história recente da Fórmula 1 chegou aos 10 anos na sexta (15). Em 15 de maio de 2016, Max Verstappen começava a gravar o seu nome na categoria ao vencer a sua corrida de estreia pela Red Bull: o GP da Espanha.
Na oportunidade, o holandês então na Toro Rosso foi promovido à equipe principal da empresa de energéticos austríaca, em substituição a Daniil Kvyat, com a temporada em andamento.
A prova no Circuito da Catalunha foi a quinta de 2016. Na oportunidade, Verstappen tinha apenas 18 anos, se tornando o mais jovem até hoje a vencer uma etapa do Mundial de F1.
Aquele foi o primeiro passo para Verstappen se tornar um dos grandes de todos os tempos do automobilismo. A trajetória reservaria quatro títulos mundiais da F1 consecutivos, entre 2021 e 2024.
Max Verstappen pode ser campeão da F1 em 2026?
Max Verstappen pode ser campeão da F1 em 2026?
0 PESSOAS JÁ VOTARAM
Christian Horner não queria promoção de Max Verstappen
Contudo, a ascensão da revelação holandesa quase foi travada por Christian Horner há exatamente uma década. O chefão da equipe entre 2005 e 2025 não era um entusiasta da mudança, segundo o ex-consultor da Red Bull, Helmut Marko.
“Não concordou em promover Max depois de apenas quatro corridas em 2016, ele foi contra. Da mesma forma, vários rivais e críticos colocaram muita pressão em mim, dizendo que Max ainda era muito novo e era uma decisão arriscada“, contou Marko, ao jornal holandês De Telegraaf.

Christian Horner chefiou a Red Bull por 20 anos – Foto: Clive Rose/Getty Images
“Para mim pessoalmente, e também para Dietrich [Mateschitz, fundador da Red Bull], foi um alívio enorme. As pessoas acharam que éramos malucos, mas pudemos calar a boca de todos os críticos. Foi ótimo para a Red Bull como marca: um rosto novo e uma figura representativa. Mentalmente, Max tinha muito mais do que 18 anos“, reforçou.
Carlos Sainz se decepcionou com decisão

Infográfico sobre o tema da matéria – Foto: gerada com auxílio de IA pelo Bolavip Brasil
Max Verstappen era parceiro de Carlos Sainz na Toro Rosso em 2016. Helmut Marko admitiu que o piloto espanhol, que defenderia a Ferrari e a Williams posteriormente, ficou desapontado ao ser preterido.
“O companheiro de equipe do Max, Carlos Sainz, ficou muito decepcionado por não o termos escolhido, mas para nós era uma decisão clara e simples“, frisou o ex-dirigente.






