O Fluminense vem intensificando os esforços na reta final da janela de transferências em busca da contratação de um novo camisa 9. E o nome da vez é o experiente Gabriel Ávalos, do Independiente, da Argentina. Mesmo não sendo uma estrela, o paraguaio é uma tentativa de resolver um problema.

Mesmo com John Kennedy tendo um bom início de temporada, a diretoria vê a necessidade de um nome que possa entregar uma maior eficiência. Em comparação com Everaldo, que saiu recentemente para o Bahia, Ávalos mostra uma eficiência 85,7% acima.
Enquanto Eve precisa de 7.8 finalizações para balançar as redes, o paraguaio mostra um instinto matador mais apurado, precisando apenas de 4.2 chutes. Além disso, Gabriel Ávalos tem uma produtividade superior, participando de um gol a cada 143 minutos, sendo 73,4% mais rápido que Everaldo.
Alvo paraguaio também leva vantagem sobre John Kennedy
Outra comparativa interessante está entre Ávalos e Jk. Xodó da torcida e herói do título da Libertadores de 2023, o atacante mostra uma capacidade de drible e velocidade superior, mas os números de 2025 indicam que o paraguaio oferece a consistência de área que a diretoria tricolor busca no mercado.
A maior discrepância entre os dois está no poder de decisão imediata. Ávalos participa diretamente de um gol a cada 143 minutos, enquanto John Kennedy precisa de 215 minutos para balançar as redes ou dar uma assistência — uma produtividade 50,3% superior a favor do veterano de 35 anos.
Na pontaria, a diferença também favorece o paraguaio, precisando de apenas 4,2 finalizações para marcar, contra as 6,4 necessárias para o “Urso” de Xerém, o que torna Ávalos 52,3% mais letal na frente do goleiro.
Jogo aéreo mais apurado para o Fluminense
No entanto, o dado que realmente define a necessidade da contratação é o jogo aéreo. Ávalos é um gigante por cima, acumulando 121 duelos aéreos ganhos, um abismo de 317% de superioridade em relação aos 29 vencidos por John Kennedy no Fluminense.
Enquanto JK atua melhor flutuando pelos lados e atacando o espaço, Ávalos chega para ser o pivô de sustentação para prender a bola no ataque e dominar a área adversária, com uma taxa de conversão de chances claras de 58%, um índice de veterano que resolve jogos truncados.