Galvão Bueno vem tornando públicas suas ressalvas à organização da Copa do Mundo em solo norte-americano. Em entrevista para o Estadão, o experiente narrador mais uma vez expôs sua insatisfação com as condições colocadas à disposição para os profissionais de imprensa.
Entre as principais queixas do jornalista hoje no SBT em parceria com a N Sports, estão as posições das cabines na tribuna, desfavoráveis para a visão do campo. “Eu sou um narrador. Eu sou um apresentador de televisão, mas sou um vendedor de emoções. E eu ando no fio da navalha“, introduziu.
“Tem a realidade dos fatos que você não pode fugir. Então, se está ruim, eu falo. O lugar de transmissão aqui nessa Copa do Mundo, dizem que é o principal país do mundo… nunca vi nada tão ruim na minha vida, em mais de 50 anos“, protestou Galvão Bueno.
O Brasil na Copa vai se classificar
O Brasil na Copa vai se classificar
0 PESSOAS JÁ VOTARAM
Galvão Bueno detona estádio que sediará final da Copa do Mundo
As críticas foram direcionadas às estruturas dos dois estádios em que o Brasil atuou no Mundial. Contra Marrocos, a sede foi o Metlife Stadium, em Nova Jersey, que será a sede da final em 19 de julho. Já o confronto diante do Haiti ocorreu em Lincoln Financial Field, na Filadélfia. “Não foi só eu que falei, não“, ponderou o comunicador.

Matheus Cunha e Vini Jr marcaram contra o Haiti – Foto: Kevin C. Cox/Getty Images
Apesar disso, ressaltou a felicidade em estar trabalhando no SBT, em sua 14ª Copa do Mundo na carreira. A marca o fez entrar para o Guinness Book – O Livro dos Recordes. “Não tem o velho Galvão, o novo Galvão. É o Galvão de sempre“, declarou.
Everaldo Marques também se queixou de estrutura
Em suas redes sociais, Galvão Bueno protestou durante Brasil x Haiti na última sexta-feira (19), na Flórida. A razão da queixa foi um membro da imprensa ter ficado de pé na sua frente na tribuna, cobrindo a sua visão.
Novo titular dos jogos da Seleção Brasileira na Globo, Everaldo Marques também deu uma opinião negativa sobre a estrutura no estádio. “Narrando em pé, porque sentado não dá pra ver o campo todo. E o monitor tem um atraso na imagem. Mínimo, mas suficiente para me incomodar, pois tento estar em cima do lance o máximo possível. Como nossa posição de transmissão era na última fileira, eu ficar em pé não atrapalhou ninguém, pois não havia outras equipes posicionadas atrás“, explicou o narrador, em seu Instagram.






