O Atlético-MG já deixou claro que pretende se movimentar na próxima janela de transferências. O CEO Pedro Daniel detalhou o perfil das contratações e descartou altos investimentos. Segundo ele, o clube vive um momento financeiro que exige responsabilidade e planejamento gradual.
O dirigente destacou que o Galo não compete no mesmo nível financeiro de rivais diretos. Ele citou Palmeiras e Flamengo como exemplos de protagonismo dentro e fora de campo. Ambos realizaram altos investimentos recentes, bem acima da realidade atual do clube mineiro.
“Hoje, a gente não tem esse orçamento. ‘Vamos trazer as maiores estrelas do futebol mundial?’ Não”, afirmou, em entrevista coletiva. Pedro Daniel reforçou que o objetivo é tornar o time competitivo de forma progressiva, reconhecendo que o Atlético ainda não está na primeira prateleira financeira.
Planejamento mira eficiência e reforços pontuais
No início da temporada, o Atlético contratou sete jogadores, mas ainda identifica lacunas no elenco. A diretoria entende que ajustes são necessários para manter o nível competitivo.
Segundo ele, o clube precisa ser mais assertivo nas escolhas, já que não pode competir em valores elevados: “A gente tem que ser muito mais eficiente do que eles”, destacou o dirigente.
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Internamente, o planejamento envolve testes e avaliações constantes. O clube busca alternativas viáveis dentro do orçamento disponível. A ideia é equilibrar necessidade técnica com responsabilidade financeira nas próximas decisões.
Diretoria mantém estratégia gradual e aberta a ajustes

Atlético-MG durante treinamento. Foto: Daniela Veiga/Atlético-MG
O CEO afirmou que o Atlético pretende aumentar os investimentos gradualmente, sempre atento a fatores como lesões e possíveis saídas de jogadores durante a temporada: “Esse aumento só vai ocorrer se formos eficientes. Às vezes, é preciso ajustar a rota por conta de desempenho ou imprevistos”, explicou.
Apesar da cautela, a diretoria não descarta um investimento maior no futuro. Pedro Daniel destacou que, caso necessário, o clube pode agir com mais força no mercado, desde que haja alinhamento entre diretoria, comissão técnica e análise de desempenho.






