A Seleção Brasileira está em contagem regressiva para retornar ao palco do maior evento do planeta, já que faltam apenas seis meses para a Copa do Mundo da América do Norte. Neste contexto, o técnico Carlo Ancelotti deve utilizar os próximos meses para analisar quem deve formar o grupo que vai lutar pelo Hexacampeonato.

Contudo, o ano de 2025 foi considerado positivo para a Seleção, que terminou a temporada apontando avanços, em uma situação bem diferente do caos ao qual estava inserida, antes da chegada de Carleto.
Agora, a fase é de reta final para quem quer um espaço no time do técnico italiano, como é o caso de Neymar, que trabalha para uma possível convocação em março.
Entretanto, um fato tem chamado atenção da CBF, com a janela de transferência aberta, muitos jogadores indicam que pretendem retornar ao Brasil, justamente para ganhar visibilidade, haja visto, a negociação de Gerson, que pode ser anunciado no Cruzeiro. A pergunta que emana de tais movimentações é sobre um possível impacto nos planos para a formação dos convocados.
Voltar para o Brasil é garantia de mais visibilidade para a Copa?
Gerson não é o único que tem esse objetivo, Marcos Leonardo, é outro que também se interessa em voltar e está no radar do Cruzeiro. No entanto, segundo apuração da ESPN, esse tipo de mobilização muda pouco os planos da CBF no trabalho de observação que faz para a Copa.

Ancelotti intensifica observação para fechar os convcocados para a Copa – Foto: Marlon Costa/AGIF
Ou seja, o retorno de atletas que estão no exterior, tem pouquíssimo impacto no que a Seleção almeja como estratégia para a convocação de Ancelotti para o Mundial. “Apesar de não haver uma lista “fechada” de convocados para a Copa, a seleção brasileira já tem uma base. E a lista para os amistosos de março trará uma ideia de como será a convocação final para a Copa, em maio. Até lá, a escolha dos selecionados deve mudar pouco”, estampa matéria da ESPN.
Caso de Gerson é exemplo emblemático para a CBF

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No caso de Gerson, a volta ao Brasil para defender a Raposa não significa vida fácil. Aos 28 anos, o meia saiu do foco europeu ao ir para a Rússia, perdeu espaço na Seleção e viu outros ocuparem seu lugar. Em pouco tempo, dificilmente voltará ao radar de Ancelotti. Em São Petersburgo, jogou só 12 partidas e marcou um gol.








