O ano era 2006 e o Brasil chegava como o principal favorito para conquistar a Copa do Mundo, com um elenco recheado de estrelas, inclusive com o famoso quadrado mágico no ataque, formado por Ronaldo Fenômeno, Ronaldinho Gaúcho, Kaká e Adriano Imperador. Mas a equipe acabou esbarrando na França nas quartas de final e sendo eliminada de forma precoce após sofrer o revés por 1×0.
Um dos grandes responsáveis por aquela derrota, além do futebol abaixo do esperado por parte da Seleção Brasileira, foi Zinedine Zidane, que estava inspirado e, apesar de não ter sido o autor do gol que definiu o placar, foi ele quem deu a assistência e deixou todos perplexos com a sua habilidade. Como esquecer da forma como o craque francês deixou Lúcio e Gilberto Silva no chão e ainda o chapéu em Ronaldo?
Porém, Zidane revelou em entrevista ao jornal L’Equipe desta quinta-feira (23), que atuou naquela partida com uma lesão na coxa. Diga-se de passagem, na ocasião ele utilizava uma faixa no local. “Na verdade, eu me machuquei contra a Espanha (nas oitavas de final). Eu me machuquei marcando o terceiro gol no final da partida. Eu tenho um caroço na minha coxa. Quase ninguém sabia”, contou o ex-meia.
Simplesmente um dos maiores de todos os tempos… ������
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— LaLiga (@LaLigaBRA) June 23, 2022
Zidane revelou ainda que não aceitou ficar de fora da partida, vale lembrar que o jogador iria se aposentar logo após o Mundial. “Fiz exames, e dizem que não vou jogar contra o Brasil… Eu digo: ‘O quê? Está fora de questão que eu não possa jogar contra o Brasil!”, declarou o francês que ainda pontuou que queria aproveitar cada instante de suas últimas partidas como jogador.
Hoje Zidane faz 50 anos.
Em entrevista ao @lequipe, ele disse que estava lesionado naquele Brasil 0 x 1 França de 2006.
“A equipe médica fez de tudo para eu jogar. E eu joguei! Cada jogo podia ser meu último”
Imagina se estivesse 100%…pic.twitter.com/L4v6WdS9LL
— Daniel Mundim (@dcmundim) June 23, 2022
“A equipe médica fez de tudo para eu jogar porque eu queria muito jogar esse jogo. E eu joguei! Cada jogo podia ser o meu último. Eu tinha tanto isso na cabeça que era impossível não jogar contra o Brasil. Eu queria aproveitar cada segundo”, reiterou o ídolo.





