A nova eliminação para o Palmeiras no Campeonato Paulista, após derrota por 2 a 1 na Arena Barueri, provocou uma forte autocrítica nos bastidores do São Paulo. Apesar das reclamações públicas sobre o possível pênalti não marcado em toque de mão de Gustavo Gómez, a análise interna foi mais profunda.

Dentro do clube, o entendimento é de que o primeiro tempo foi muito abaixo do esperado. O time sofreu com erros na saída de bola, ofereceu espaços excessivos e levou um gol cedo, o que mudou completamente o cenário da semifinal.
Jogadores e comissão técnica reconheceram a atuação dispersa. Calleri e Hernán Crespo admitiram que a equipe demorou a entrar no jogo, algo considerado determinante em um confronto de jogo único.
Reclamação existe no São Paulo, mas não é desculpa
O lance envolvendo Gustavo Gómez gerou forte reação do executivo Rui Costa, que criticou o VAR pela não recomendação de revisão. Ainda assim, internamente, o São Paulo não trata a arbitragem como única responsável pela queda.

SP – BARUERI – 01/03/2026 – PAULISTA 2026, PALMEIRAS X SAO PAULO – O arbitro Daiane Muniz durante partida entre Palmeiras e Sao Paulo no estadio Arena Barueri pelo campeonato Paulista 2026. Foto: Ettore Chiereguini/AGIF
A avaliação é que, mesmo com o possível pênalti, o desempenho coletivo ficou aquém do necessário para uma semifinal contra um rival direto. O clube entende que precisa corrigir postura e intensidade para evitar repetição do roteiro em jogos decisivos.
Foco total no Brasileirão
Com a eliminação, o São Paulo vira a chave e concentra todas as atenções no Campeonato Brasileiro. O Tricolor encara a Chapecoense no dia 12, depois visita o Red Bull Bragantino e o Atlético-MG em sequência.

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A meta agora é transformar a frustração em resposta imediata dentro de campo. A leitura interna é clara: mais do que o VAR, foram detalhes técnicos e comportamentais que custaram a vaga na final.








