Depois de se classificar para as quartas de final da Copa Sul-Americana ao bater a Universidad Católica por 8 a 3 no placar agregado, o São Paulo voltou a campo no último domingo para enfrentar o Atlético Mineiro, desta vez em partida válida pela 16ª rodada do Campeonato Brasileiro. Com o empate sem gols no Mineirão, o Tricolor Paulista “estacionou” e se manteve na sétima posição, com 23 pontos ganhos.
Além dos resultados em campo, outros números têm chamado a atenção no clube: as finanças. Em sua coluna no Globo Esporte, o jornalista Rodrigo Capelo analisou o balanço financeiro do clube do Morumbi durante a gesto de Julio Casares e teceu críticas fortes. “O número que costuma chamar a atenção da opinião pública, o resultado contábil, foi péssimo. O São Paulo teve R$ 106 milhões em deficit”, ressaltou.
“A visão geral das finanças tricolores mostra um clube em crise. Se Leco já tinha conseguido levar o endividamento tricolor ao patamar mais alto de sua história em 2020, Casares bateu recorde mais uma vez em 2021. O São Paulo se aproximou dos R$ 700 milhões em dívidas”, constatou o jornalista. A dívida tricolor foi de R$ 334 milhões em 2018, quando o clube ainda estava em superávit, para R$ 606 MI em 2020.
Em 2021, a dívida tricolor chega a R$ 697 MI, mas o clube segue em déficit, por mais que o faturamento tenha aumentado consideravelmente em comparação ao ano anterior: de R$ 348 MI em 2020 para R$ 465 em 2021. Capelo ainda classificou as fianças são-paulinas como “endividadas, gastadoras e ineficientes”, e criticou a nova administração, que “mantém o clube na rota da irresponsabilidade”.
O discurso de Ceni após o jogo de ontem é válido e de se aplaudir. O São Paulo precisa se recuperar financeiramente.
Porém, também não podemos esquecer que em 2021 a dívida aumentou em R$ 106 mi e há aprovação para captar R$ 120 mi em empréstimos.
Diretoria precisa de cobrança.
— SPFC24HORAS.COM.BR ���� (@SPFC24Horas_) July 11, 2022




