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Santos não consegue pagar dívida, renegocia com Neymar pai e estende parcelas até 2029

Marcelo Teixeira amplia parcelas até o fim de 2029 e possível próximo presidente do Santos deve herdar dívida com NR Sports

Neymar em ação pelo Santos.
© Foto: Jota Erre/AGIFNeymar em ação pelo Santos.

Em crise financeira, o Santos não conseguiu cumprir o acordo anterior e renegociou a dívida com a NR Sports, a empresa do pai de Neymar. O camisa 10 retornou ao clube da baixada em janeiro de 2025 e foi firmado que os direitos de imagem seriam na casa dos 15 milhões de dólares (cerca de R$ 85 milhões na cotação da época).

Com dificuldades para pagar a quantia, a diretoria fez um acordo para parcelar o valor total até o fim desse ano. No entanto, o Peixe fez uma nova renegociação da dívida, aumentou para 48 vezes e as parcelas estarão ativas até o fim de 2029, segundo informações do jornalista Rodolfo Gomes e confirmação do site “A Tribuna”.

Santos se complica em dívida com Neymar pai

No início de 2025, o craque rescindiu com o Al-Hilal, da Arábia Saudita, e confirmou o retorno para o Alvinegro Praiano. Ele assinou um contrato de cinco meses, até o fim de junho do ano passado, e teria R$ 85 milhões a receber por conta dos direitos de imagem.

Após o fim do primeiro vínculo, o Santos conseguiu a prorrogação de contrato até 31 de dezembro de 2025. Sendo assim, o presidente Marcelo Teixeira renegociou a dívida do primeiro semestre em parcelas até o fim de 2026, quando termina seu mandato.

Mas os problemas de caixa se acumulam e o clube se viu obrigado a mais uma vez mudar o prazo para a quitação total da dívida. Sendo assim, o mandatário deve deixar uma “herança” de um novo débito para a próxima gestão.

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Crise financeira e possibilidade de SAF

Marcelo Teixeira segue pressionado pela torcida. Foto: Mauricio De Souza/AGIF

Marcelo Teixeira segue pressionado pela torcida. Foto: Mauricio De Souza/AGIF

Diante da grande crise econômica e dívidas que alcançam a casa de R$ 1 bilhão, a possibilidade de SAF cresceu nos últimos meses. Apesar de ser um caminho longo e dificultoso, o primeiro passo foi dado após o Santos assinar um contrato não vinculante com a SDC Sports, um fundo norte-americano.

Em resumo, o grupo de investimentos tem 90 dias para analisar a fundo o clube do litoral e decidir se vai ou não viabilizar uma oferta vinculante. A proposta seria na casa dos R$ 2 bilhões, sendo metade para quitar as dívidas e a outra parcela como aporte para investimentos no futebol.

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