Bahamas é legal, mas custa caro

A WSOP (World Series Of Poker), resolveu inovar no final desse ano. Pela primeira vez, Bahamas se tornou sede de uma edição valendo bracelete de campeão mundial. A chamada WSOP Paradise possui no cronograma 15 torneios oficiais valendo a joia.

Yuri Martins não vai disputar nenhum torneio do BSOP Millions
© Joe Giron/www.pokerphotoarchive.Yuri Martins não vai disputar nenhum torneio do BSOP Millions

O maior campeão do Brasil, Yuri Martins, dono de 4 braceletes, não poderia perder essa oportunidade e foi para o arquipélago caribenho em busca o 5º título mundial. O resort “Atlantis” é o palco da série, um local conhecido por vários profissionais.

As antigas edições do PCA (PokerStars Caribbean Adventure) eram realizadas lá, juntando muito baralho e diversão. “Um dos melhores torneios de poker para a família, mas um dos mais caros também, talvez o mais caro”, escreveu Yuri nas redes sociais.

O craque tupiniquim colocou o preço da passagem Brasil para Bahamas, a hospedagem no “Atlantis”, e o valor das refeições como uma dificuldade para os jogadores. “Uma viagem como essa dificilmente é um bom investimento para quem não joga muito carro”, revelou.

Satélites são boas opções

Diante dos custos altos em Bahamas, a WSOP Paradise promoveu diversos satélites online. “Vale a pena tentar para ter essa experiência, porque o lugar é realmente incrível”, escreveu Yuri complementando a postagem nas redes sociais.

Outro diferencial da série inédita foram os chamados eventos “OnLive”. Neste tipo de formato, disponíveis em alguns torneios, os jogadores poderiam disputar o dia 1 online, garantindo a primeira “faixa de premiação” e carimbando o acesso ao resort “Atlantis”.

Ainda nas redes sociais, Yuri relembrou da primeira vez que esteve em Bahamas. Em 2014 ele jogou o PCA e venceu o torneio US$ 1.100 No Limit Hold´em, recebendo na época uma recompensa de US$ 28.455.

Confira a postagem do Yuri Martins nas redes sociais: