O Internacional voltou a colocar Pedro Raul no radar para reforçar o setor ofensivo. O centroavante do Corinthians é um nome apreciado pela direção colorada desde o início do ano, e o clube estuda apresentar uma proposta para tentar viabilizar a contratação nas próximas semanas.
Um dos entusiastas da chegada do atacante é Abel Braga. O dirigente entrou em contato diretamente com Pedro Raul e manifestou o desejo de contar com o jogador no Beira-Rio. Além disso, o fato de o atacante possuir familiares em Porto Alegre é visto como um fator que pode facilitar uma eventual negociação.
Apesar do interesse, o Internacional trata a operação com cautela. O principal entrave está nos vencimentos do jogador, que atualmente recebe cerca de R$ 800 mil por mês no Corinthians, valor considerado elevado para os padrões pretendidos pelo Colorado.
Salário trava negociações entre Corinthians e interessados
As dificuldades para negociar Pedro Raul não são novidade no Corinthians. Na última temporada, o atacante foi emprestado ao Ceará, que dividia igualmente os custos salariais com o clube paulista. Mesmo interessado na compra definitiva, o Vozão desistiu da operação devido ao impacto financeiro.
Neste ano, Vitória e Remo também consultaram a situação do centroavante, mas recuaram após conhecerem os valores envolvidos. Agora, o Internacional avalia a possibilidade de avançar, embora Alex Arce e Maxi Gómez ainda apareçam como prioridades para reforçar o ataque.
Internamente, o Corinthians vê com bons olhos uma saída do atacante para aliviar a folha salarial e abrir espaço para outros jogadores do elenco.
Pedro Raul perdeu espaço após investimento milionário
No Timão, o centroavante soma uma temporada bastante discreta, sem marcar gols em 24 partidas disputadas em 2026, e deixou de fazer parte dos planos da comissão técnica. A situação aumenta o interesse do Corinthians em negociar o atleta.
Além do baixo rendimento esportivo, a contratação também representou um alto investimento. Inicialmente adquirido por R$ 25 milhões, o negócio precisou ser renegociado após atrasos nos pagamentos, elevando o custo total para cerca de R$ 42 milhões, com parcelas previstas até 2028.





