Nesta quinta-feira (5), o Atlético Mineiro realizou um evento para mostrar as finanças do clube, o “Galo Business Day”. Um dos pontos frisados pela diretoria na apresentação foi o sucesso em campo, que refletiu diretamente nos valores que entraram para o caixa alvinegro. Inclusive, a temporada de 2021, que teve os títulos do Campeonato Brasileiro e da Copa do Brasil, rendeu o maior faturamento da história atleticana.

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O balanço financeiro divulgado pelo Atlético registrou um superávit de R$ 101,8 milhões, além de uma receita bruta superior a R$ 700 milhões. Por outro lado, a parte que preocupa os torcedores é a dívida. Isso porque, em dezembro, os valores que o clube tinha em débito superavam a casa do R$ 1,3 bilhão. De acordo com a apresentação, a receita bruta foi de R$ 757 milhões, enquanto o custo total foi de R$ 569 milhões.
A venda de jogadores foi um dos ativos importantes para as finanças atleticanas em 2021, que somaram R$ 99 milhões. Praticamente metade deste valor veio da venda do zagueiro Junior Alonso ao Krasnodar, da Rússia, em dezembro, por R$ 46 milhões. Ainda assim, a dívida pesada do clube alvinegro foi o tema mais debatido durante o Business Day. A diretoria reforçou que existem três tipos de débitos.
O que mais preocupa é a dívida onerosa, que soma R$ 400 milhões em débitos principalmente com instituições financeiras, que geraram juros de R$ 87 milhões no ano passado. Entretanto, a diretoria reforçou que isso diminuiu: em abril de 2022, a dívida líquida do Atlético estava em R$ 1,184 bilhão, ou seja, uma redução de R$ 128 milhões. A meta do clube é reduzir a dívida total para menos de R$ 400 milhões até o fim de 2026.








