O Grêmio precisou se readaptar nos bastidores em decorrência do rebaixamento em 2021, especialmente na parte financeira, diminuindo o valor dos salários e descartando jogadores que não faziam parte dos planos da comissão técnica. Com receitas mais reduzidas na Série B, a intenção era se manter em dia com salários e demais compromissos.

 

 

Porém, no ano passado, bem antes da queda, o planejamento era completamente diferente, bem mais ousado, topando arcar com salários altos e realizar pagamentos "nível A" para conseguir ter sucesso em tratativas no mercado de transferências. Algumas negociações não deram certo, mas a diretoria já havia dado "ok" sobre atletas desejados.

 

 

Um desses casos foi com Rafael Borré, que foi o maior artilheiro da "Era Gallardo" no River Plate, despertando o interesse de vários clubes do Brasil. O atacante, que foi o herói do Eintracht Frankfurt na Liga Europa, anotando um gol no tempo normal e convertendo a penalidade decisiva após um 1 a 1 diante do Rangers, da Escócia, poderia ter jogado no Imortal.

 

 

Na época, acabou recusando a proposta que foi enviada para acertar sua ida ao time alemão. Sobre esse assunto, o jornalista Eduardo Gabardo, em sua coluna no portal "GZH", revelou alguns detalhes da negociação entre os gaúchos com o colombiano, que envolveram valores considerados extremamente altos.

 

 

Caso tivesse aceitado jogar em Porto Alegre, receberia R$ 30 milhões de luvas como prêmio pela assinatura de contrato, jáque ficaria livre no mercado. Como se já não bastasse essa quantia "absurda", o salário giraria em torno de R$ 1 milhão mensais. De qualquer forma, essas cifras não seriam possíveis na atual conjuntura, com teto salarial bem abaixo.