A implementação da Sociedade Anônima de Futebol (SAF) no Botafogo, em processo encabeçado pela chegada de John Textor na gestão do clube, não resolveu totalmente os problemas que o Glorioso tem com a Justiça. Desta vez, o caso mais recente se dá por conta de um ex-funcionário do clube, que alega atrasos em pagamentos e tenta usar especificamente a SAF para o seu processo.

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De acordo com a apuração do UOL Esporte, Luiz Cunhao, porteiro que trabalhou no Botafogo por 18 anos, foi ao Poder Judiciário para cobrar os seus direitos trabalhistas atrasados. Além disso, ele pediu para a Justiça reconhecer a responsabilidade da SAF na ação, o que pode aumentar as cifras recebidas. Segundo o veículo, o ex-funcionário botafoguense pede uma quantia de R$ 40 mil.
O porteiro deixou o clube carioca em agosto de 2020, depois de ter sido demitido sem justa causa. Mais do que isso, ele alega não ter recebido os pagamentos que deveriam ter sido depositados no FGTS, além de outras multas que também não foram pagas. Além dele, outras cinco atletas do time feminino do Botafogo também recorreram ao Judiciário do Rio de Janeiro durante a semana passada.
No caso de funcionários fora do futebol, a lei diz que a SAF não responderia pelas obrigações do clube. O Botafogo, por sua vez, afirmou que “aderiu ao Regime Centralizado de Execuções – RCE, previsto na Lei 14.193/2021, e está reestruturando as suas dívidas trabalhistas, cíveis e tributárias com pagamentos mensais sendo realizados dentro do ordenamento e critérios avalizados pelos órgãos competentes”.








