Do susto ao alívio. É assim que podemos destacar o ano do Fortaleza no Brasileirão. Se nas primeiras 19 rodadas, o Tricolor era dado com o primeiro time rebaixado para a 2ª divisão nacional, na última rodada, após ter batido o Santos, por 2 a 0, na Vila Belmiro, o Leão está pela 2ª vez consecutiva na Copa Libertadores da América. Passado o mix de emoções, Marcelo Paz concedeu uma entrevista nesta quinta-feira (24) e falou sobre sua expectativa nos torneios que irá disputar em 2023. O mandatário revelou o que espera do time de cada torneio.


“Estadual e Copa do Nordeste temos que ir bem e brigar lá em cima. Na Libertadores, chegar na fase de grupos seria sensacional, porque entramos na fase 2, temos ainda a fase 3, para chegar na fase de grupos. Lá depende de sorteio. São desafios diferentes da Libertadores do ano passado. Copa do Brasil é atrativa, tem a questão financeira, mas depende muito de sorteio, passar das oitavas seria muito bom. No Brasileiro esperamos terminar na posição que terminamos, mas com menos sofrimento é melhor, fazendo uma campanha linear”, afirmou, o mandatário que voltou a lembrar o que o time fez em 2022. 

 

 

“O ano de 2022 foi especial pelo jeito que terminou, poderia ser um ano trágico. Ouvi de muitos torcedores naquela fase crítica que ficamos na lanterna que tudo que eu tinha feito não valeria de nada se o time caísse. Ouvi de muitas pessoas. Era um pesadelo o Fortaleza cair e revertemos essa situação. Fizemos uma campanha boa na Libertadores e na Copa do Brasil, se a gente salvasse o ano seria sensacional, mas se não conseguisse, seria uma marca negativa. Foi intenso e de conquistas marcantes, que colocam o sarrafo lá em cima”, avaliou.

 

 

Antes de encerrar a coletiva,Marcelo Paz ressaltou que 2022 foi um dos anos em que ele mais aprendeu com o futebol. Na visão do mandatário, o que mais prejudicou o Clube foi ter deixado para contratar atletas na janela do meio do ano. Para 2023, o dirigente disse que quer ter um elenco maior desde o início e não irá medir esforços para isso“Aprendi que o futebol é um livro com 365 páginas, terminou, fecha o livro e coloca na estante, tem que escrever um novo livro. Tudo que fizemos nessa temporada não vai valer para o próximo ano”, concluiu.