Renato Portaluppi é um ídolo incontestável do Grêmio. As conquistas vestindo o Manto Tricolor nos gramados, consagrando a camisa 7 do Imortal, bem como, a identificação singular que conseguiu como técnico da caserna gremista, estão cravadas na história e fica difícil desassociar a imagem do profissional com o Tricolor dos Pampas, mesmo que ele tenha passagens por rivais do Brasil.

- Palmeiras empata com o Cruzeiro em 1 a 1 e é campeão brasileiro
- Em despedida de Fábio Santos, Inter bate Corinthians por 2 a 1
No entanto, Renato tem planos para o futuro e uma ideia bastante consolidada sobre a possibilidade de treinar uma equipe no exterior. Em entrevista ao programa 'Um assado para...', do canal do jornalista Duda Garbi no YouTube, Portaluppi abriu o jogo sobre o que pensa a respeito de deixar o país.

Veja também
Renato ganha ‘presentão’ e Grêmio fica perto de se reforçar
"Tive proposta da Arábia, Japão, EUA... Não vou me adaptar, vou sentir saudade do meu país. Até porque não preciso. Prefiro ganhar menos, trabalhando aqui, do que ganhar mais e não ser feliz. Vão ter que me aturar por mais tempo.", cravou Portaluppi, que na sequência, surpreendeu ao revelar uma projeção para o futuro.
"Um sonho que tenho, e vou realizar até porque já tive convites, é ter um programa de televisão. Agora, não, mas, no futuro, pretendo ter um programa nacional. Eu vou dirigir, com profissionais do lado, e vou mostrar os bastidores para muita gente da imprensa e muitos torcedores que não conhecem o mundo verdadeiro dos atletas e dos treinadores. O programa, pode ter certeza, vai ser nível (top). E mostrar, valorizar o profissional."
Porém, Renato não está certo sobre quando vai deixar o trabalho de técnico e ainda comentou sobre a Seleção Brasileira: "Não sei (até quando), mas acho que mais um pouco. Não é nem por mercado, tenho que viver um pouco também. Para qualquer treinador, é muito estressante. Lógico que penso em seleção brasileira. Foi por um tropeço do Andreas naquela bola (contra o Palmeiras)... Mas acho que o treinador que se garante tem que pensar em seleção. O que é pensar grande? O topo, a seleção brasileira. Se vai acontecer, bom, aí é outro departamento. Sinto que minha hora vai chegar”, explicou Portaluppi.








