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Piazon desabafa, conta bastidores de início difícil no Botafogo e expõe forma física: "Não estava me sentindo pronto"

Após se machucar no começo do ano, o meio-campista enfrentou dificuldades nas primeiras partidas pelo Glorioso, mas vem subindo de produção

Foto: Vitor Silva/Botafogo/Divulgação - Lucas Piazon: meia foi um dos reforços contratados em 2022
Foto: Vitor Silva/Botafogo/Divulgação - Lucas Piazon: meia foi um dos reforços contratados em 2022

O meio-campista Lucas Piazon corre contra o tempo para se adaptar ao futebol brasileiro. Uma das principais contratações do Botafogo após a chegada da Sociedade Anônima do Futebol (SAF), com alto investimento do empresário americano Jonh Textor, o jogador, de 28 anos, retornou ao país após 12 anos atuando na Europa e enfrentou dificuldades no início de sua trajetória.

Na tarde da última quinta-feira (16), Piazon esteve em campo por quase 90 minutos na vitória sobre o São Paulo, time onde foi revelado, e demonstrou sua qualidade. Após o episódio da invasão de torcedores ao centro de treinamento, o meia ouviu aplausos das arquibancadas durante o triunfo sobre os paulistas.

Em conversa com os jornalistas na saída do estádio Nilton Santos, Piazon abriu o jogo em tom de desabafo e relatou sua luta para se recuperar fisicamente. “Para mim o começo foi difícil, fiquei janeiro, fevereiro e março parado por causa de lesão. Quando cheguei ao Botafogo, tive pouco tempo de treino e já tive que jogar“, disse.

Foto: Vitor Silva/Botafogo/Divulgação - O meia teve boa atuação na vitória sobre o São Paulo
Foto: Vitor Silva/Botafogo/Divulgação – O meia teve boa atuação na vitória sobre o São Paulo

Confesso que foi difícil, também não estava me sentindo muito bem fisicamente. Mas hoje me sinto super pronto, preparado para correr os 90 minutos. Hoje até tive que sair antes porque deu cãibra, mas hoje me sinto bem e preparado para lutar pelo Botafogo“, adicionou o meia, que aprovou o esquema tático adotado pelo técnico Luís Castro.

Particularmente gosto dessa formação, vinha jogando assim nos últimos dois, três anos da minha carreira, me sinto um pouco mais confortável. Acho que o time foi bem, defensivamente muito bem, fomos sólidos, sabíamos como e onde pressionar quando sair em transição. Mas tem muita água para rolar ainda“, completou.

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