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Pesadelo do São Paulo, Renato Portaluppi busca manter freguesia para classificar o Grêmio; tabu se mantém há 9 anos

Mudando a chave de quando ainda era jogador, o treinador do Imortal tem um ótimo rendimento quando enfrenta o Tricolor Paulista e quer manter o tabu para classificar a equipe na Copa do Brasil

Renato tem ótimo retrospecto contra o São Paulo - Foto: Lucas Uebel/Grêmio.
Renato tem ótimo retrospecto contra o São Paulo - Foto: Lucas Uebel/Grêmio.

Em toda a sua carreira, Renato Portaluppinunca vestiu a camisa doSão Paulo, mas chegou bem perto em1997. Mesmo assim, tem os paulistascomo parte importante de sua carreira. Nesta quarta-feira (30), o treinador vai ao Morumbi para tentar levar o seuGrêmioà 9ª final deCopa do Brasile manter a sina de bons resultados contra o rival.

Os números impressionam: já são nove anos sem saber o que é perder para o clube paulista como treinador. A última vez que isso aconteceu foi em 2011, quando a equipe paulista fez 3 a 1 no Grêmio de Renato, gols de Jean, Casemiro e Marlos.De lá para cá, são cinco vitórias e cinco empates, todos no Morumbi, palco da partida de logo mais.

Vale lembrar que não é necessária uma vitória, já que o empate é o mínimo que o Grêmio precisa para avançar à decisão da Copa do Brasil, após vencerpor 1 a 0, há uma semana, em sua Arena. Um triunfo paulista por um gol de diferença garante decisão nos pênaltis, enquanto uma vantagem acima de dois dá a vaga ao time do Morumbi.

Gol de Diego Souza dá vantagem ao Imortal - Foto: Lucas Uebel/Grêmio.
Gol de Diego Souza dá vantagem ao Imortal – Foto: Lucas Uebel/Grêmio.

Porém, é importante salientar que essa fama de “pesadelo” do São Paulo só chegou a Renato Portaluppi recentemente, porque, entre a carreira de jogador e o começo como treinador, a história era bem diferente, conforme relembrou a “ESPN“.

Isso ocorre pelo fato de que quando atleta, o então ponta-direitavenceu somente um dos 15 jogos contra o São Paulo: uma goleada por 5 a 1 nos tempos de Grêmio, em 1983, quando fez um de seus três gols contra a equipe do Morumbi. Os outros foram com as camisas deFlamengo, em 1993, eFluminense, dois anos depois.

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