O Athletico caiu de rendimento e não vive um bom momento no Campeonato Brasileiro. Depois de iniciar sua campanha vencendo Fortaleza e Goiás, o Furacão acumula três derrotas na sequência, para Santos, Palmeiras e Fluminense. O único gol anotado nos duelos com paulistas e cariocas foi do lateral Abner, o que expõe as dificuldades encontradas pelos atacantes em balançar as redes.

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A última vez que um jogador do setor ofensivo marcou gol foi contra o Goiás. No dia 12 de agosto, Carlos Eduardo deixou sua marca no triunfo por 2×1. O camisa 96, no entanto, convive com críticas da torcida e também foi cobrado publicamente por Paulo André. O diretor de futebol, ao defender os jovens, também colocou a responsabilidade em outro reforço, o meia Marquinhos Gabriel.
‘’É o setor da equipe que mais perdemos atletas. Rony, Marco Ruben, Marcelo Cirino e alguns outros atletas do setor ofensivo saíram. Temos a certeza que temos jogadores qualificados e que eles precisam de tempo. Temos o Marquinhos Gabriel, Carlos Eduardo, que são jogadores que vieram para assumir a responsabilidade de nos dar vantagem competitiva, dar segurança para os meninos pudessem entrar aos poucos e nesse momento, eles podem ter sentido um pouco mais, talvez pela adaptação ao clube, ao sistema de jogo, por isso, precisamos apoiá-los para possam voltar a nos ajudar em breve“, disse o dirigente.
Para a referência do ataque, Dorival Júnior, além de Carlos Eduardo, que pode jogar improvisado,conta com apenas um jogador experiente, Walter, que ainda luta para adquirir ritmo de jogos. Os demais são os jovensVinicius Mingotti e Pedrinho, de 20 anos, e Vitinho, de 21. A intenção é encontrar um reforço de peso, mas a diretoria trabalha com calma no mercado.
“Todos os times do Brasil têm tido muita dificuldade de encontrar jogadores da linha de frente que possam ser decisivos. Extremos com desequilíbrio e façam a diferença, quem tem gol, que pise na área e decidir jogos. Tanto é, que todo mundo vem ao Athletico buscar jogador. Então, a nossa tentativa continua, nós temos a janela brasileira até o início de outubro e vamos ficar de olho para encontrar soluções que possam nos colocar em outro patamar”, completou Paulo André.









