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Savério Orlandi, pré-candidato a presidência do Palmeiras, diz que Crefisa "não faz favor" ao clube

Savério Orlandi se colocou como postulante ao cargo e deve enfrentar Leila Pereira, proprietária da Crefisa e da FAM, patrocinadoras do Palmeiras.

Savério Orlandi deve concorrer ao cargo de presidente do Palmeiras na eleição que acontecerá daqui a três meses. Aos 50 anos, o conselheiro vitalício deve enfrentar Leila Pereira, patrocinadora do clube através da Crefisa e da FAM.

Em entrevista paraDiego Iwata Lima, do UOL Esporte, ele se colocou como “postulante ao cargo” e disse esperar que as correntes de oposição possam aderir ao seu nome para enfrentar o poderio de Leila, tira como favorita ao pleito.

No bate-papo, ele comentou sobre o novo contrato de patrocínio entre a Crefisa e o clube. “A antecipação da renovação contratual é uma excelente medida para mitigação de um dos conflitos específicos da candidata, que é a possível mandatária e também seria patrocinadora”, relembrou.

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É a materialização do conceito que sempre defendi muitas vezes, desde a chegada dela em 2015: o relacionamento da Crefisa com o Palmeiras é pautado por um jogo de ganha ganha, o que dá segurança e interesse a ela, além de certeza de permanecer no negócio mesmo que não seja vencedora do eleição.

No entanto, Savério fez uma ressalva: “É claro que o palmeirense se sente amparado pelo patrocínio da Crefisa, mas às vezes de um modo que beira a mendicância. Como se ela estivesse fazendo um favor ao patrocinar o Palmeiras. Não tem qualquer benevolência no acordo”, criticou.

“As empresas que ela tem são sólidas, é claro. Mas a Crefisa se beneficiou bastante do Palmeiras. E a FAM, que era modesta, tem hoje o tamanho da Uninove, por exemplo. E é claro que o Palmeiras teve importância nisso”, acrescentou em seguida.

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O contrato de patrocínio dela com o Palmeiras é diferente de todos os contratos, prevê inclusive uso da imagem dos jogadores. Ela paga R$ 81 milhões, mas porque ela comprou todas as propriedades de patrocínio. O Palmeiras não pode negociar nenhum pedaço de seu uniforme com outra empresa.

Ele ponderou ainda que uma possível saída da Crefisa não seria ruim para o clube.”O balanço mostra que o patrocínio corresponde a 18% da receita. Se eles saem, o clube não vai conseguir repor os R$ 81 milhões, mas pode muito bem conseguir um patrocinador para arcar com metade e negociar o restante com outras empresas”, comentou.

“A empresa que suceder a Crefisa na camisa do Palmeiras vai se beneficiar de um canhão de luz de exposição, imagine. Certamente haverá interessados”, pontuou na sequência.

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