O Coritiba não teve forças para segurar o resultado de 1x0diante do Botafogo, em pleno Couto Pereira, e acabou sofrendo a virada, em confronto direto contra o rebaixamento no Campeonato Brasileiro. Depois de sair na frente ainda na primeira etapa com um gol de Neílton, o Coxa perdeu força na segunda etapa e acumulou sua 15ª derrota em 26 jogos.
Apesar das dificuldades, o interino Pachequinho ainda confia na reação do time na competição. “Não podemos desistir jamais (…)O campeonato ainda tem 12 rodadas. É continuar com esperança. É buscar os resultados fora, resultados que ainda não vieram. Não podemos ter este ambiente dentro do clube de que já não temos mais condições“, analisou.
Em entrevista coletiva, o comandante abriu o jogo e explicou a saída de Giovanni Augusto, motivo de muitas críticas da torcida nas redes sociais. Pouco depoisdo meio-campista, o auxiliar optou por sacar o atacante Neílton, que havia marcado o primeiro gol da partida. A opção foi tática para responder as mudanças do Botafogo, mas acabou não funcionando. Sem a dupla, o Coritiba caiu de rendimento na reta final.

“A saída do Giovanni foi muito em cima das alterações que o Botafogo fez, abdicando de volantes e colocando meias de criação. Sabíamos que teríamos dificuldades na marcação. E todos sabem que o Giovanni é um meia de armação e se desgasta muito nos jogos“, afirmou.
Se quis poupar pensando nos próximos jogos foi muito amadorismo. Primeiro teríamos que ganhar. A partida não estava definida, pelo contrário, Hugo Mora e Matheus Salles juntos deixou o time muito recuado. Lamentável!
— Marco Luz (@MarcoLuz17) December 20, 2020
Se ele não pediu pra sair o Pacheco entregou o jogo. Que coisa.
— Marco Luz (@MarcoLuz17) December 20, 2020
E o Pachequinho? Time ganhando o jogo, ele pensou “deixa eu resolver isso, vou tirar o melhor jogador em campo. Assim a defesa não vai conseguir sair com a bola”. Parabéns Pachequinho, acertou em cheio. Onde já se viu o @Coritiba ganhar um jogo
— Luciano (@LucianoCLy) December 20, 2020
“A entrada do Mattheus Oliveira foi para compensar essa marcação por dentro. Teria que ter essa volta do Mattheus para que, assim que tivéssemos a posse de bola, poder sair. A ideia era essa, fechar os espaços por dentro e não ter o perigo de o Botafogo construir o jogo com o Caio (Alexandre) e com o Honda, que vinham tendo um pouco mais de liberdade“, completou Pachequinho.




