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Freeland é cobrado por CEO e 'rusga' trava contratações encaminhadas do Botafogo; diretor pode ter autonomia afetada

A divergência entre o CEO e o diretor de futebol fez com que o Glorioso perdesse tempo no mercado da bola; uma mudança na alta cúpula ainda não está descartada

Fotos: Vitor Silva/Botafogo/Divulgação
Fotos: Vitor Silva/Botafogo/Divulgação

O Botafogo segue se preparando de olho em seu principal objetivo na temporada 2021, que é retornar imediatamente à Série A do Campeonato Brasileiro. Buscando qualificar o elenco do técnico Marcelo Chamusca, a diretoria já acertou com 12 reforços para a Série B e chegou a encaminhar acertos com outros nomes. No entanto, uma ‘rusga‘ nos bastidores travou as ações do Glorioso no mercado da bola.

De acordo com informação da coluna “De Primeira”, do site “UOL Esporte”, o Botafogo encarou uma crise interna que afetou diretamente o trabalho de Eduardo Freeland. Recentemente, o diretor de futebol, responsável por realizar contratações, foi cobrado pelo CEO do clube, Jorge Braga. A atitude foi tomada no final de abril e ainda pode ter novos desdobramentos.

No Botafogo desde o último mês de março, o CEO necessitou de algumas semanas para entender a real situação ultrapassada pelo clube. Em meio a este processo, procurou Freeland para cobrar explicações com relação às contratações que vêm sendo realizadas, criando uma rusga em General Severiano.

Chamusca e Freeland: diretor é responsável pelas contratações (Foto: Vitor Silva/Botafogo/Divulgação)
Chamusca e Freeland: diretor é responsável pelas contratações (Foto: Vitor Silva/Botafogo/Divulgação)

Até o momento, o Glorioso acertou com 12 nomes em 2021:Douglas Borges, Jonathan, Gilvan, Joel Carli, Rafael Carioca, Ricardinho, Pedro Castro, Matheus Frizzo, Marcinho, Felipe Ferreira, Marco AntônioeRonald. Após a intervenção de Jorge Braga, contratações que estavam bem adiantadas para a disputa da Série B acabaram ‘emperrando‘.

O fato de Freeland ter autonomia afetada pode acabar gerando uma ruptura na diretoria. Por outro lado, há quem acredite nos bastidores que a relação da dupla possa se direcionar para um bom caminho. A promessa do CEO é qualificar o departamento de análise de mercado, visando maior acertividade nas contratações.

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