Nesta quarta-feira (9), o Coritiba recebeu o Corinthians no Couto Pereira, para a 37ª e penúltima rodada do Campeonato Brasileiro. O Coxa saiu na frente, com Alef Manga, depois cedeu o empate. No entanto, Manga colocou o Alviverde em vantagem, com seu segundo gol na partida. No entanto, a equipe paulista acabou empatando novamente e o placar ficou em 2 a 2.
Ao final da partida, o técnico Guto Ferreira abordou a atuação do Coxa: “Nós fizemos um jogo muito bom. Tivemos, num primeiro momento, uma marcação que conseguia parar o Corinthians, controlar o Corinthians. Numa roubada de bola do Régis saiu um golaço do Manga. Aí o Corinthians começa a sair e é muita qualidade, a individualidade a gente não pode negar. E o primeiro gol do Corinthians foi um primor de passes, foram dois passes cavados num espaço mínimo onde não deu tempo de deslocar, tamanha a precisão e velocidade da jogada”, destacou o treinador.
A frieza de Alef Manga para marcar o segundo gol do Coritiba…
Impressionante o quanto o jogador amadureceu e subiu de produção, durante o Brasileirão. Tem tudo pra fazer história nas próximas temporadas. pic.twitter.com/TrQahxDDDx
— Rogerio Scarione (@RogerioScarione) November 9, 2022
Embora tenha ficado satisfeito com a postura da equipe, Guto Ferreira não deixou de apontar o que considerou um vacilo do Coritiba, ao permitir que o Corinthians chegasse ao segundo gol: “O segundo gol deles foi um vacilo, porque o Róger e o Yuri são dois caras talentosíssimos. E o Yuri tem muita potência. Não matou a jogada no primeiro lance não chega, não chega. E ele bateu firme, passou pelo Gabriel, que conseguiu cercar a bola, mas ela passou por baixo. Contra equipes que tem um diferencial, você não pode errar os mais mínimos detalhes. Mas fico contente por tudo que acertamos”, enfatizou Guto.
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— Coritiba (@Coritiba) November 10, 2022
Guto fez questão de ressaltar, que o fato de o Corinthians ter perdido Bruno Méndez, expulso, não deixou a partida mais favorável ao Coritiba: “‘Ah, mas eles tiveram um jogador expulso’. Mas eles têm uma estrutura de equipe, uma compleição física, que eles adotaram um 4-3-2 e na variação os caras conseguiam fechar e sair, são todos jogadores acostumados a jogar em transição com muita força”, finalizou o treinador.





