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Empresário de Keno solta o verbo com suposta rixa com Sampaoli:

Futebol Atlético

Empresário de Keno solta o verbo com suposta rixa com Sampaoli: "Cobrado como todos, mas nunca houve ameaça de dispensa"

Edson Neto, representante do camisa 11, falou com exclusividade aos colegas do portal Falo Galo e tratou de defender técnico argentino. Na versão do empresário, nada passou de cobrança normal de clube e alertou a Massa das chamadas fake news

Bolavip

Empresário de Keno solta o verbo com suposta rixa com Sampaoli:

Empresário de Keno solta o verbo com suposta rixa com Sampaoli: "Nunca houve ameaça de dispensa" (Foto: Pedro Souza)

Nesta sexta-feira (26), reportagem do UOL Esporte informou que Jorge Sampaoli esteve perto de dispensar Keno em sua passagem pelo Atlético. Apuração dos jornalistas Thiago Fernandes e Guilherme Piu indicou que o atacante teve um papo sério com o argentino após a derrota para o Santos ainda no primeiro turno do Campeonato Brasileiro. O técnico chegou a cogitar a possibilidade de rebaixá-lo ao time de sparring.

O recado era claro: Sampaoli não contava com Keno para os planos do Galo na sequência do Brasileirão, ao menos naquele momento. Pessoas ouvidas pela reportagem insinuavam que o recado do argentino era para o camisa 11 já procurar outro clube. Tal notícia agitou demais os bastidores na Cidade do Galo, poucas horas após o clube terminar o Campeonato Brasileiro em terceiro lugar. Na última quinta (25), o Atlético venceu o Palmeiras por 2 a 0 em grande atuação do camisa 11.

Oficialmente o Atlético ainda não se pronunciou sobre o tema, mesmo que Sampaoli já nem mais esteja à frente do time. Só que o empresário de Keno, Edson Neto, rechaçou veemente que seu pupilo estivesse correndo perigo de dispensa do time. Em entrevista ao portal Fala Galo, o representante minimizou a reportagem do UOL e disse que tudo não passou de uma cobrança normal de Sampaoli.

Polêmica no Atlético nesta 6ª foi a respeito de possível rixa entre Keno e Sampaoli em 2020 (Foto: Flickr Oficial Atlético / Bruno Cantini)

"Quando acabou o Estadual, o Keno estava mal. Nunca existiu o assunto sobre demitir ou rebaixar para o time de sparring. O que aconteceu foi uma ligação entre eu, Alexandre Mattos (então diretor de futebol) e o Keno para saber o que estava acontecendo. Se era problema em casa, se estava precisando treinar mais. Todas as conversas que aconteceram com o Keno foi para entender e procurar melhorar a parte física. Ele passou dois anos fora, em uma intensidade de jogo abaixo da ideal”, afirmou.

Após se destacar pelo Palmeiras entre 2017 e 2018, Keno se transferiu para o Pyramids, do Egito. Pouco tempo depois, foi emprestado ao Al-Jazira, dos Emirados Árabes Unidos.  Com Mattos à frente da pasta do futebol, o Atlético conseguiu repatriar o velocista, mas seu começo de trajetória em BH não foi fácil. O camisa 11 chegou fora de forma e precisou de tempo de adaptação para retornar ao alto nível.

"Querem prejudicar o Sampaoli para justificar a saída. Então inventam isso, ‘o cara quis mandar embora o melhor jogador do time, o artilheiro do time’, alguma coisa nesse sentido. ‘O cara é maluco, o cara é louco’, e vai acabar manchando a imagem do Keno. Mas isso é mentira, isso nunca existiu”, enfatizou Edson Neto.

Por fim, ainda ao portal Fala Galo, o agente de Keno fez questão de avisar à Massa que o atacante não teve nenhum problema pessoal com Sampaoli ao longo da temporada. empresário ainda fez questão de reafirmar, como maior interessado em cuidar da carreira do atleta, que não houve sequer nada que o treinador que pudesse ou houvesse tentado feito para prejudicar o atleta no período. “Por favor, não embarquem nessa. Isso ainda só prejudica o Keno, que é uma das referências do time. Cobranças ocorreram porque ele, no início, começou mal e muito se espera de um atleta como ele e vai acontecer com Hulk e todos os grandes”, avisou Neto.

Polêmicas à parte, Keno encerrou a temporada 2020 como principal nome do Atlético. Foram 11 gols e 10 assistências aos companheiros somente no Campeonato Brasileiro. O Galo sentiu a falta do atacante na reta final de competição, que se ausentou por quatro jogos em recuperação de lesão no cotovelo.

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