O Cruzeiro vive uma crise financeira e muitos processos judiciais contra o clube por causa de atrasos de pagamentos e outros débitos. E esses processos causam muitos prejuízos para o Cruzeiro, principalmente quando se tem penhora ou execução da dívida.

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Por issoos diretores do Departamento Jurídico do Cruzeiro foram até o Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) e se reuniram com odesembargador Gilson Soares Lemes, presidente do TJMG. Na conversa, pediram para que os processos do clube corram na mesma vara e sejam julgados por um mesmo juiz. O argumento jurídico para o pedido vem da Nova Lei da Sociedade Anônima de Futebol (Lei 14.193, de 6 de agosto de 2021).
“Tivemos a oportunidade de apresentar o pleito com base na Nova Lei da SAF, de regime concentrado de execuções, para que todas essas execuções contra o Cruzeiro na Justiça Estadual tramitem no mesmo juízo, e sejam pagas mediante ordem legal e cronológica em até 10 anos, conforme é permitido pela própria Lei. Fomos muito bem recebidos pelo Excelentíssimo Sr. Desembargador Gilson Soares e sua equipe, e ele nos garantiu que analisará o pedido e nos dará a resposta o quanto antes, dada a urgência da medida”, destacou o Superintendente Jurídico do Cruzeiro, Flávio Boson.

Ney Franco é um dos ex-funcionários do Cruzeiro que estão com processo contra o clube. Foto: Thiago Ribeiro/AGIF
Também estiveram presentes na reunião: Marcos Lincoln Padilha (assessor jurídico da Presidência do Cruzeiro), Gustavo Chalfun (advogado responsável pelas causas cíveis do Clube), Jair Francisco dos Santos (juiz auxiliar do TJMG) e Alexandre Ramos (chefe de gabinete da Presidência do TJMG).
Enquanto a diretoria tentam resolver os problemas jurídicos e financeiros do Cruzeiro, o elenco se prepara para enfrentar o Avaí, nesta sexta-feira, 22, às 21h30, pela Série B do Campeonato Brasileiro.








