A diretoria do Fortaleza busca uma temporada positiva e não medirá esforços na busca por reforços. A pausa nas competições dificultou muitas tratativas que estavam engatilhadas e serão retomadas somente na volta aos gramados, o que ainda não conta com previsão.

- Jogos de hoje (14/03): Botafogo x Flamengo e rodada cheia na Europa
- Os assuntos que agitaram o futebol nos últimos dias
Apesar das dificuldades neste momento, o técnico Rogério Ceni segue monitorando nomes pontuais que são destaques neste começo de ano. O atacante Thiago Orobó, do América-RN, e artilheiro do Brasil neste começo de ano, é um dos principais reforços visando grandes competições pela frente.

Divulgação
Tratado como uma equipe organizada e com Ceni como o principal nome, muitos jogadores desejam atuar pelo Leão do Pici. Nesta quarta-feira (15), em entrevista ao Lance!,Lucas Farias, que jogou com o agora treinador no São Paulo e atualmente está sem clube, após deixar oIndy Eleven do USL Championship, dos Estados Unidos, o jogador rasgou elogios ao comandante e disse que Rogério gosta do seu estilo jogo.
“Eu sempre tive muito boa relação com ele. Acho que se alguém não tem boa relação com o Rogério o errado não é o Rogério, né? Ele até gosta do meu estilo de jogo, que é um estilo de velocidade, um jogo mais ofensivo, então acredito que poderia ter oportunidade. Inclusive eu conversava bastante com ele, conversava com o Pintado, que era auxiliar, tinha acesso ao vestiário e tudo. Enfrentei o Rogério quando estava no São Bento. O São Bento e o Fortaleza eram os dois últimos invictos da Série B e a gente ganhou deles em Sorocaba, o encontrei lá. Sem dúvida é um cara que levo para a minha vida”, disse.
Lucas também rasgou elogios a Paulo Autuori, atualmente no Botafogo, e disse que foi o melhor treinador com quem trabalhou: “O melhor treinador que eu peguei, e acho que todo jogador que passou com ele tem a mesma opinião, é o Paulo Autuori. É um cara sem palavras. Tanto na parte pessoal quanto na parte profissional ele é muito evoluído, é muito bom mesmo. Ele é bom no sistema defensivo e é bom no sistema ofensivo. Se você vai para o jogo você sabe porque está indo, se não vai você também sabe. Quando você está ficando no banco, ele te dá uma resposta. A gente sabe que não funciona assim. Não que os treinadores devam dar satisfação, acredito até que não tenham que dar, mas quando o treinador tem uma atitude de dar satisfação, conversar e falar o que quer que você faça dentro de campo, gera um respeito maior, até por entender o lado dele. São 11 que jogam e, infelizmente, às vezes você começa e às vezes não. Quando você tem esse respaldo é muito gratificante para o atleta. O cara que eu levo para a vida mesmo é o Paulo”, exaltou.








