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Ceni rebate novas críticas e coloca 2 nomes com quem trabalhou no Cruzeiro como pontos fora da curva: “Exemplo de profissional”

Passagem do treinador pela Raposa foimarcante e recheada derevelaçõessobre a relação dele com os medalhões que estavam no time.

A passagem de Rogério Ceni pelo Cruzeiro foi muito rápida, mas também se tornou marcante para todas as partes envolvidas. Até hoje, o treinador é falado em Belo Horizonte e vários torcedores cruzeirenses gostariam de vê-lo de novo comandando o Cruzeirão Cabuloso. O técnico chegou com uma grande expectativa após o excelente trabalho que fazia no Fortaleza, mas teve divergências com medalhões e foi mandado embora.

Bruno Haddad/Cruzeiro /
Bruno Haddad/Cruzeiro /

Sempre muito direto, o treinador concedeu entrevista para o jornalista Mauro Cezar Pereira. Durante o bate-papo, Ceni rebateu novamente as críticas sofridas por parte de alguns jogadores que estavam na Raposa ano passado e disse que a única parcela de culpa que tem no rebaixamento no time celeste foi ter mantido o Leão na Série A do Brasileirão e consequentemente dificultando a vida do Cruzeirão Cabuloso.

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Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

No Cruzeiro tentei dar velocidade ao time, eu tinha o David, o Pedro Rocha e um jogador que não é tão velocista, mas taticamente era importante, o Marquinhos Gabriel. O que falei foi que não conseguiria colocá-los, todos juntos, em campo ao mesmo tempo, pois teria que fazer uma rodagem. Se eu coloco o Thiago Neves com o Fred e o Robinho, para meu estilo de jogo, mais agressivo e físico, não conseguiria fazer isso. Acho que eles ficaram um pouco magoados, mas faz parte da vida. Minha parcela de colaboração para o Cruzeiro estar na Série B é o meu trabalho no Fortaleza, que tomou uma vaga entre os 16 primeiros. O Cruzeiro é ótimo para trabalhar, pela estrutura CT, funcionários educadíssimos em todos os setores.”

Entre os atletas que trabalhou na Toca da Raposa, o comandante escolheu o volante Henrique, hoje no Fluminense, e o goleiro Rafael, que se transferiu em uma negociação polêmica para o Atlético-MG no começo desta temporada.

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Entre os mais experientes, o Henrique, que tem 34 anos, e é um exemplo de profissional, hoje está no Fluminense. O Rafael, que está no Atlético Mineiro. Não tenho nada a reclamar dos jogadores. É a vida. Fui atleta vivi isso tudo e não tenho o que reclamar. Mas havia uma figura da diretoria que era o elo, que travava tudo, tinha muita amizade com os jogadores levava para um lado e para outro. Mas com todas as dificuldades e com os meninos da base, podendo fazer as alterações, tenho a convicção de que o time não iria para a Série B”.

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