A transição do Botafogo para deixar de ser “apenas” um clube e se tornar um clube-empresa irá custar alguns bons jogadores, porém o fará economizar muito. A ideia inicial é buscar acordos com jogadores que recebam acima do teto salarial e rescindir seus contratos. A medida extrema visa enxugar a folha e aliviar os cofres do Fogão, que esteve praticamente vazio nos últimos anos.

As próximas “vítimas” já foram anunciadas:Diego Souza e Cícero já conversam, através do empresárioEduardo Uram (que agencia a carreira de ambos), para chegarem em um acordo. O Alvinegro segue confiante que chegará em algo que será benéfico para todas as partes. O clube precisa se reestruturar e os jogadores precisam de outros clubes e a grande jogadar é encontrar novos interessados antes de janeiro para, aí sim, assinar a rescisão sem obrigatoriedade de multa.
“Gostaria de conversar com eles até o final do ano para a gente encontrar uma forma que agrade os dois em relação ao futuro. Mas, dentro da situação do Botafogo de UTI e dificuldades financeiras, os dois seriam muito pesados para a gente nesse momento”, explicouCarlosAugustoMontenegro,integrante do Comitê Executivo deFutebol.
Botafogo avança em rescisões e fica perto de dispensar Diego Souza e Cícero https://t.co/8hEMtR2dpP
— FogãoNET ★彡 (@fogaonet) December 26, 2019
Apesar do término dos vínculos no fim de 2019, uma das cláusulas dos contratos dos jogadores são os “gatilhos” de renovação automática por mais dois anos, o que custaria ao GloriosoR$ 17,2 milhões no fim de tudo – valor que a diretoria entende como enviável. Segundo o site FogãoNet, os atletas querem ficar, mas entendem as questões econômicas e aceitam o distrato.





