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Após deixar o São Paulo, Hernanes critica jovens jogadores da base: "Já estão com a cabeça lá fora"

De saída do Tricolor, o experiente meia abriu o jogo e contou detalhes de uma conversa com jovens da base, relatando o desejo dos garotos de atuar no exterior

Hernanes: lamentou a mentalidade dos jovens da base (Foto: Marcello Zambrana/AGIF)
Hernanes: lamentou a mentalidade dos jovens da base (Foto: Marcello Zambrana/AGIF)

O meio-campista Hernanes encerrou sua terceira passagem pelo São Paulo após rescindir seu contrato na última semana. Com o desejo de jogar mais, o medalhão de 36 anos, que não vinha sendo utilizado pelo técnico argentino Hernán Crespo, chegou a um acordo com a diretoria para deixar o clube.Bicampeão brasileiro pelo clube, o “Profeta” acumulou 330 partidas em suas passagens, com 56 gols marcados.

Após deixar o Tricolor, o meia concedeu entrevista ao programa “Bola da Vez, da ESPN, e criticou a mentalidade de jovens atletas que vêm sendo criados nas categorias de base. Hernanes revelou ter visitado o CT dos jovens e conversado com atletas, que desde cedo já alimentam o sonho de atuar no futebol europeu.

Com as redes sociais, o jogador se identifica com o mundo e não com o clube. Logo cedo, eles começam a vislumbrar uma carreira no exterior. Há alguns meses, estive em Cotia e, na conversa com alguns jogadores, eles já falaram que o sonho era jogar no Barcelona, no Real MadridNem jogaram no profissional ainda, mas já estão com a cabeça lá fora“, comentou.

Meia deixou o clube após perder espaço de vez com Crespo (Foto: Marcello Zambrana/AGIF)
Meia deixou o clube após perder espaço de vez com Crespo (Foto: Marcello Zambrana/AGIF)

Revelado na base do São Paulo, Hernanes apontou para a diferença de pensamento em relação à época que chegou ao time do coração. De acordo com o meia, assim que chegou ao clube, muito antes de pensar em uma transferência, sua intenção era marcar o nome na história do clube.

Lembro bem que quando eu cheguei na Barra Funda [local do CT do time profissional], pensava que não sairia sem antes pendurar uma foto minha na parede. E antes de chegar, eu já tinha identificação com o clube porque torcia para o São Paulo. Acho que esse status de ídolo, de chegar na galeria de ídolos do clube, é muito difícil. Culturalmente, isso mudou dentro de cada jogador“, completou.

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