O ex-jogador Alex dá os primeiros passos como técnico e já planeja os passos de sua carreira. Atualmente com 43 anos, o ídolo do Coritiba, seis anos após abandonar os gramados, inicia sua trajetória na nova função e não vê problemas em trabalhar no clube. Após tirar a licença A da CBF, ele iniciará acompanhamentos e passará um tempo ao lado da comissão de Rodrigo Santana no Alto da Glória.
Em entrevista ao “UmDois Esportes“, o ex-camisa 10 abriu o jogo e descartou apenas uma situação para a carreira de técnico: treinar o Athletico-PR. Ciente da responsabilidade que pode ser treinar o Coritiba, Alex enxerga o clube com grande potencial e destacou a estrutura disponível para trabalhar no Coxa.
“Meu único descarte é trabalhar no Athletico pela minha relação com o Coritiba. E, te digo mais, trabalhar no Athletico, para a maioria dos profissionais, é algo espetacular devido ao momento que o clube atravessa. Eu, enquanto torcedor e conhecedor da história dos clubes e da minha história, é a única coisa que não vou me permitir dentro do futebol porque é desnecessário. Tanto pra mim enquanto coxa, pra minha família, e também pro próprio atleticano“, disse.

“Sei o que carregaria pra mim trabalhar no Coritiba, não sou bobo. Mas o Coritiba é um clube com muito potencial. Não só pra mim, como pra qualquer outro profissional. Seja jovem, iniciando como eu, ou para outro em meio de carreira ou alguém com carreira consagrada. O Coritiba é um clube importante do Brasil, com uma estrutura boa, com torcedor que participa, um clube interessante pra muita gente trabalhar. Se eu tiver oportunidade de iniciar ou de um dia trabalhar no clube, sinceramente não vejo problema nenhum“, adicionou.
Pacheco auxiliar
— rebaixado (@rodriguimOforte) November 25, 2020
O ex-meia ainda indicou como será o seu perfil como treinador. “Meu estilo vai ser o que sempre fui enquanto jogador. De uma sobriedade normal, que é minha. Na hora que é pra brincar, vamos brincar. Na hora de trabalhar, vamos trabalhar sério. Sempre fui disciplinado, regrado. É o que vou passar pro pessoal. Minha ideia é que eu tenha um time que trabalhe muito, que seja muito resiliente durante a semana pra transferir isso pro jogo. E fora isso, essa vai ser minha maior briga, para que seja um ambiente leve, um ambiente onde os atletas e a comissão gostem de estar“, completou.





